quarta-feira, 30 de novembro de 2016

NOTA DE REPÚDIO contra modificações do pacote contra a corrupção feitas pelos deputados federais

A Associação Nacional do Ministério Público de Contas, entidade que congrega membros do Ministério Público de Contas de todo o Brasil vem a público manifestar veemente repúdio às medidas aprovadas por ampla maioria dos Deputados Federais na última madrugada, dando as costas ao povo brasileiro e em flagrante desvirtuamento da quase totalidade do projeto de origem popular assinado por 2,5 milhões de pessoas.
O voto popular jamais conferiu ao mandatário um "cheque em branco". Na casa do povo do Congresso Nacional, com mais razão, a atuação deveria guardar conexão com a vontade popular. Apenas 132 Deputados Federais entenderam esse mandato e a estes a AMPCON parabeniza pelo compromisso demonstrado com a viabilização de um país melhor.
O Ministério Público de Contas não se dobrará e continuará a lutar por um Brasil que orgulhe ao seu povo, onde a decência seja a nota principal da conduta pública.
Resta agora rogar às autoridades do Senado Federal que recuperem a trilha virtuosa da normalidade.
No atual cenário de maturidade das instituições brasileiras, é profundamente lamentável o ocorrido, patrocinado por parlamentares que deveriam representar o povo brasileiro, e digno de repúdio por todas as instituições organizadas e pela sociedade deste país.
Brasília-DF, 30 de novembro de 2016.
Diretoria da AMPCON

Pacote anticorrupção virou uma piada


Das dez medidas propostas inicialmente pelo Ministério Público Federal, só três foram preservadas. Entre outras mudanças, deputados incluíram punição para juízes, promotores e procuradores e excluíram a criminalização do enriquecimento ilícito


Luis Macedo/Ag. Câmara
Depois de aprovar o relatório da comissão especial, plenário desfigurou projeto com a aprovação de destaques que alteraram radicalmente as medidas sugeridas pelo MPF

A Câmara “dizimou”, nas palavras do próprio relator, o deputado Onyx Lorenzoni (DEM-RS), o projeto de combate à corrupção idealizado pelo Ministério Público Federal e entregue ao Congresso Nacional com o apoio de 2,4 milhões de pessoas. Das dez medidas propostas inicialmente, só três se salvaram: a criminalização do caixa dois, a exigência de que os tribunais de Justiça e o Ministério Público informem o tempo de tramitação dos processos e identifiquem as razões da demora em seus julgamentos e o aumento da punição para crime de corrupção (qualificado como crime hediondo a partir de 10 mil salários mínimos – R$ 8,8 milhões em valores atuais).
Embora tenham desistido de aprovar a anistia ao caixa dois, como tramavam na semana passada, os deputados retiraram diversos pontos previstos no relatório de Onyx, como a criminalização do enriquecimento ilícito, o estabelecimento de uma recompensa para o chamado “reportante do bem”, aquele que denunciasse irregularidades, o aumento do prazo de prescrição dos crimes e a mudança na contagem de seu tempo – a partir do oferecimento da denúncia, e não mais pelo seu recebimento. Também foram excluídas as regras sobre o acordo de leniência e a responsabilização dos partidos políticos e dirigentes partidário por atos cometidos por políticos filiados às legendas.
Por outro lado, o plenário incluiu a tipificação do crime de abuso de autoridade para magistrados e integrantes do Ministério Público. Ainda pela madrugada, o coordenador da força-tarefa da Operação Lava Jato, Deltan Dallagnol, protestou contra a mudança. “Está sendo aprovada a lei da intimidação contra promotores, juízes e grandes investigações”, protestou no Twitter.
O relatório da comissão especial foi aprovado no final da noite de ontem por 450 votos a 1, com três abstenções. Em seguida, porém, os deputados passaram a votar os destaques que desfiguraram o texto. Todos os destaques foram aprovados com folga de mais de 100 votos. Durante a votação, Onyx protestou contra a manobra dos colegas, mas foi vaiado inclusive por colegas de partido.
O líder do partido do relator, Pauderney Avelino (DEM-AM), chegou a comparar a proposta do “reportante do bem” a uma prática nazista: “Se aprovado, isso transformaria o Brasil num Estado de exceção, numa Alemanha nazista, numa Gestapo (polícia secreta do 3º Reich)”. Para Onyx, a Câmara agravou uma crise institucional ao aprovar mecanismos intimidatórios contra integrantes do Ministério Público e do Judiciário.
O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (RJ), que também é do partido do relator, classificou a decisão do plenário como democrática. “Mesmo que não tenha sido o que alguns esperavam, isso foi o que a maioria decidiu”, afirmou.

Perigo: Lava Jato pode ficar do jeito que o diabo gosta


Procuradores da Lava Jato ameaçam renúncia caso Temer sancione pacote

Vinicius Boreki
Colaboração para o UOL, em Curitiba

  • Geraldo Bubniak/AGB/Estadão Conteúdo
    Procuradores da Força Tarefa da Lava Jato, como Deltan Dallagnol, ameaçaram abandonar a operação
    Procuradores da Força Tarefa da Lava Jato, como Deltan Dallagnol, ameaçaram abandonar a operação
A Força Tarefa da Lava Jato convocou entrevista coletiva nesta quarta-feira (30) para repudiar o texto final do pacote de medidas anticorrupção aprovado nesta madrugada na Câmara dos Deputados. Os procuradores ameaçaram renunciar caso o projeto seja sancionado pelo presidente Michel Temer. "Não será possível continuar a Lava Jato se a lei da intimidação for aprovada. Vamos renunciar coletivamente", disseram eles.
Onze integrantes do grupo de investigação afirmaram que podem deixar a força tarefa e seguirem para os seus Estados e atribuições de origem se a lei que veda a independência de promotores, procuradores e juízes – nominada de "Lei da Intimidação" – for aprovada.
"Se nós os acusarmos, nós seremos acusados", resumiu o procurador da República e um dos coordenadores da investigação, Carlos Fernando dos Santos Lima. "As mudanças na lei são claras no sentido de responsabilizar pessoalmente procuradores, magistrados e promotores. Os parlamentares aproveitaram um projeto contra a corrupção para se proteger", disse.
De acordo com o procurador da República Deltan Dallagnol, o Congresso "sabe muito bem o que está fazendo", embora esteja fugindo dos interesses da sociedade. "O mesmo espírito de autopreservação que moveu a proposta de autoanistia moveu e move a intimidação de promotores, procuradores e juízes. O objetivo é estancar a sangria", afirmou. Ele se refere a um áudio vazado em que o líder do governo no Senado, Romero Jucá (PMDB-RR) havia mencionado que era necessário "estancar a sangria" provocada pela Operação Lava Jato.

Reação

Personalidades e instituições do Judiciário criticaram a aprovação da emenda que possibilita a punição de juízes e promotores responderem por crime de abuso de autoridade. Para a presidente do STF (Supremo Tribunal Federal) e do CNJ (Conselho Nacional de Justiça), ministra Cármen Lúcia, o texto aprovado ameaça a independência dos juízes
O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, afirmou que o "melhor no projeto foi excluído e medidas claramente retaliatórias foram incluídas". Em sua visão, "a emenda aprovada, na verdade, objetiva intimidar e enfraquecer Ministério Público e Judiciário".
A ANPR (Associação Nacional dos Procuradores Federais), por meio de seu presidente, José Robalinho Cavalcanti, classificção a aprovação do projeto como "absoluta destruição" em relação à proposta original, enviada pelo MPF (Ministério Público Federal).  Já o presidente da Ajufe (Associação dos Juízes Federais do Brasil), Roberto Veloso, disse que, se o projeto for aprovado pelo Senado, a entidade vai recorrer ao STF (Supremo Tribunal Federal).

Opinião dos procuradores

Segundo a força-tarefa da Lava Jato, o texto original das Dez Medidas Contra a Corrupção passou por uma ampla discussão nas comissões das Câmara, contando com a coleta de depoimento de mais de 100 especialistas. "O texto final da comissão foi extremamente positivo, aprovado na unanimidade. Mas, ao chegar ao plenário, foi deformado. Rasgou-se o texto para uma medida favorável à corrupção", analisou Dallagnol.
Embora a força tarefa tenha negado a existência de um conflito entre poderes no Brasil, Lima afirmou que a comoção nacional causada pela queda do avião da Chapecoense, na Colômbia, foi usada para permitir as alterações no projeto, ludibriando a população. "Depois de meses de discussão, em uma noite, muda-se toda a legislação e se cria a intimidação. Quem se aproveitou de um desastre não fomos nós. Agimos com clareza e transparência e, em uma madrugada, tudo se pôs a perder", ressaltou.
Dallagnol foi mais longe e afirmou que, com a aprovação das medidas, o primeiro sentimento é de que a investigação possa ser inútil. "Era uma oportunidade incrível para fechar brechas na corrupção e traçar um novo rumo para o Brasil. Não queremos nos sobrepor ao parlamento e o respeitamos. Levamos a eles problemas que demandavam soluções e geravam impunidade a casos de corrupção. A resposta foi: vamos deixar que a impunidade continue reinando", diz.
Em uma posição semelhante à do juiz Sergio Moro, que em palestra na semana passada afirmou que o caso Mãos Limpas, na Itália, servia de alerta à Lava Jato, a operação brasileira pode ter um resultado muito diferente do que se espera, com um Estado ainda mais corrupto e protegido por leis. "Esses projetos tornam o Estado pior do que era antes. Foi o que aconteceu na Itália e é neste caminho que estamos seguindo", analisou Dallagnol.

Pacote aprovado com mudanças

Aprovado por 450 votos contra 1 no início da madrugada desta quarta-feira (30), o texto-base do projeto de lei com o chamado pacote de medidas anticorrupção recebeu diversas alterações em sessão extraordinária. A polêmica anistia à prática do caixa 2 não entrou no pacote. Entre as mudanças aprovadas, porém, está a inclusão no texto da possibilidade de juízes e promotores responderem por crime de abuso de autoridade. O texto segue agora para votação no Senado.
O argumento dos parlamentares para a aprovação da medida era que não poderia se admitir no país mais "privilégios a ninguém". "Essa emenda permite que todos se comportem dentro da lei", disse o líder do PC do B, Daniel Almeida (BA). A emenda, apresentada pelo PDT, era alvo de críticas da força-tarefa da Operação Lava Jato e recebeu 313 votos a favor e 132 contrários (cinco deputados se abstiveram).

AL: Vaquejada em debate

Audiência pública discute prática da vaquejada nesta quarta


Vaquejada
VaquejadaFoto: Divulgação
A Assembleia Legislativa do Ceará realiza audiência pública, durante o segundo expediente da sessão plenária desta quarta-feira (30/11), para debater a legalidade da vaquejada, além dos aspectos culturais e econômicos que envolvem a prática e técnicas de proteção animal. A iniciativa atende a requerimento do deputado Danniel Oliveira (PMDB) e ocorre no Plenário 13 de Maio, a partir das 10h.
Em outubro, decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) inconstitucional lei estadual 15.299/2013, que regulamentava a vaquejada no Ceará. Por 6 votos a 5, os ministros consideraram que a atividade impõe sofrimento aos animais e, portanto, fere princípios constitucionais de preservação do meio ambiente.
 “A nossa vaquejada é secular, são mais de 100 anos de tradição e hoje ela está enraizada completamente na figura do nordestino. Infelizmente, através de uma decisão equivocada e preconceituosa, se tornou inconstitucional. Neste momento precisamos nos unir para deixarmos claro a sua importância”, afirmou o deputado Danniel Oliveira.
Segundo a Associação Brasileira de Vaquejada (ABVAQ), são realizadas cerca de quatro mil vaquejadas por ano. A modalidade movimenta anualmente em torno de R$ 600 milhões e gera 720 mil empregos diretos e indiretos. Apenas no Ceará, o número de cavalos que transitam em vaquejada, cadastrados na Agência de Defesa Agropecuária do Estado do Ceará (Adagri), chega a 400 mil.
Foram convidados para o debate o vice-presidente e o advogado da ABVAQ, Marcos Lima e Dr. Vicente Braga, respectivamente; o presidente da da Adagri, Augusto Lima; o presidente do Conselho Regional de Medicina Veterinária do Estado do Ceará (CRMV-CE), Célio Garcia; e o zootecnista e inspetor da Associação Brasileira de Criadores de Cavalo de Quarto de Milha (ABQM), Antônio Travassos. Além disso, também vão estar presentes vaqueiros e trabalhadores de vaquejada de todo o Estado.
SC/GS


Portal do 

Alerta, Brasil!!!

A força-tarefa ainda faz um apelo aos parlamentares e diz que “o momento clama por medidas contra, e não a favor, da corrupção”
Para Lava Jato, deputados querem ‘amordaçar’ promotores, procuradores e juízes
Da IstoÉ
Em nota divulgada nesta terça-feira, 29, a força-tarefa da Lava Jato em Curitiba classifica de “Lei do Terror” a possibilidade de que os deputados incluam no projeto de lei de 10 Medidas de Combate à Corrupção mecanismos para enquadrar juízes, promotores e procuradores em crimes de responsabilidade. A força-tarefa ainda faz um apelo aos parlamentares e diz que “o momento clama por medidas contra, e não a favor, da corrupção”.
Em mais uma manifestação de repúdio às articulações de parlamentares em resposta aos avanços da maior operação de combate a corrupção no País, os procuradores afirmam serem falsas as afirmações de que juízes e procuradores seriam uma “casta privilegiada”. Eles lembram que as categorias também estão sujeitas a sanções criminais, cíveis, de improbidade administrativa e disciplinar e apontam a necessidade de se reformar o sistema de Justiça criminal, como prevê a proposta das 10 Medidas.
“A impunidade dos crimes decorre de brechas do sistema de justiça criminal que serão fechadas caso sejam aprovadas as ’10 Medidas Contra a Corrupção’. O endurecimento das leis proposto se aplica para todos, isto é, inclusive a promotores, procuradores e juízes”, diz o texto.
Os procuradores apontam ainda que nem os deputados e senadores estão sujeitos a crimes de responsabilidade e que a redação do texto que trata da possibilidade de se punir juízes e procuradores é vaga e fere a independência do Judiciário e do Ministério Público.
“Crimes excessivamente vagos dão margem a subjetivismo na aplicação da lei e perseguições, não toleradas pelo Direito Penal. Isso abre espaço para retaliação, vingança, intimidação e acovardamento, amordaçando o exercício legítimo da função”, segue o texto afirmando também que não houve discussão adequada sobre os crimes de responsabilidades para juízes e membros do Ministério Público.
“Por isso tudo, a Força Tarefa da Lava Jato reafirma sua confiança de que os Parlamentares e os cidadãos saberão distinguir medidas legítimas e necessárias para o aperfeiçoamento do sistema anticorrupção daquelas que são tentativas de aterrorizar e amordaçar promotores, procuradores e juízes”, conclui a força-tarefa.
Após a polêmica sobe a possibilidade de se incluir a anistia ao caixa 2 no texto, o que ocorreu na semana passada, o presidente Michel Temer (PMDB) e os presidentes do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL) e da Câmara, Rodrigo Maia (DEM), afirmaram em uma coletiva no domingo que o perdão não iria ser aprovado.
Ainda assim, parlamentares articulam incluir outras iniciativas polêmicas no projeto das 10 Medidas que deve ir à votação no plenário nesta terça, como a inclusão do crime de responsabilidade para enquadrar juízes e procuradores.

Acorda Brasil!!!

A população brasileira não pode, por motivo algum, tirar os olhos do Congresso Nacional, onde, grande parte dos parlamentares, maquiavela, até na madrugada, para se safar das raias da Justiça.

 Nem mesmo a tragédia que se abateu no país e que sensibilizou todo o mundo, estancou a sanha de nossos congressistas. Muito ao contrário, aproveitaram o trágico episódio e, enquanto chocado o povo chora e lamenta o desastre na Colômbia com a queda do avião que causou o triste fim dos atletas e dirigentes da Chapecoense, dos jornalistas e da tripulação da aeronave, no Planalto Central, na Capital da República, Michel Temer, sem dó nem piedade, retira da Petrobrás a exclusividade de explorar o pré-sal, o Senado da República aprova em primeiro turno a PEC que congela gastos por 20 anos. E não fica só nisso, tem ainda a tentativa de calar a boca de juízes, promotores e procuradores, criando a "Lei do Terror" contra essas categorias. 

E o que é pior, envolvidos pelo sentimento de perda com a tragédia no ar, a população passou batida, nem notou as artimanhas saídas das cabeças de quem está envolvido até o pescoço no mar de corrupção que assola nosso grandioso país.



terça-feira, 29 de novembro de 2016

Lista de passageiros no avião que transportava Chapecoense

Veja lista de passageiros no avião da Chapecoense que caiu na Colômbia

Voo levava 72 passageiros e 9 tripulantes; lista foi divulgada por rádio local. 
Segundo autoridades colombianas, 76 morreram e 5 ficaram feridos.

Do G1, em São Paulo
A rádio colombiana Caracol divulgou a lista de passageiros e tripulantes que estariam no avião que levava o time da Chapecoense e sofreu um acidente aéreo na Colômbia na madrugada desta terça-feira (29). Não há confirmação de que todos os nomes da relação estavam realmente na aeronave.

Confirmados, havia 72 passageiros e nove tripulantes a bordo. Autoridades locais informaram que há 76 mortos e cinco sobreviventes.
O Aeroporto Internacional José Maria Cordova, de Medelin, informou que os cinco sobreviventes são os jogadores Alan Ruschel, Danilo e Follmann; o jornalista Rafael Henzel, da rádio Oeste Capital, de Chapecó; e a comissária Ximena Suarez. De acordo com o Bom Dia Brasil, o zagueiro Neto, da Chapecoense também sobreviveu.
Luciano Buligon, prefeito de Chapecó (SC), e Plinio Filho, do presidente do Conselho Deliberativo da Chapecoense, deveriam estar no voo, mas não embarcaram.

Veja, abaixo, a relação de quem estaria a bordo, segundo a rádio Caracol:
Delegação da Chapecoense:
Alan Ruschel (lateral): primeiro a ser resgatado, o atleta foi levado para o hospital; segundo o Bom Dia Brasil, o jogador chegou em estado de choque e perguntando pela família.

Ananias Eloi Castro Monteiro (meia): o jogador de 27 anos teve passagens pelo Bahia, Portuguesa, Cruzeiro, Palmeiras e Sport.

Arthur Maia (meia): o alagoano Arthur Brasiliano Maia, de 24 anos, era jogador do Vitória emprestado à Chapecoense. LEIA MAIS

Bruno Rangel (atacante): nascido em Campos dos Goytacazes (RJ), Bruno Rangel Domingues, de 34 anos, passou por times como Paysandu e Joinville antes da Chapecoense. Maior artilheiro da história da Chapecoense, com 77 gols. LEIA MAIS

Aiton Cesar

Cleber Santana

Marcos Padilha

Dener Assunção

Filipe Machado

Jakson Follmann

José Paiva

Guilherme de Souza

Everton Kempes

Lucas da Silva

Matheus Btencourt

Hélio Zampier

Sérgio Manoel Barbosa

William Thiego

Tiago da Rocha

Josimar

Marcelo Augusto

Mateus Lucena dos Santos

Luiz Carlos Saroli, o Caio Júnior (técnico): ex-jogador com passagens por Grêmio, Internacional e Paraná, dentre outros, comçou a carreira de técnico em 2000. Na função, passou por clubes como Palmeiras, Flamengo, Grêmio, Bahia, Vitória e Criciúma.

Eduardo Filho

Anderson Araújo

Anderson Martins

Marcio Koury

Rafael Gobbato

Luiz Cunha

Luiz Grohs

Sérgio de Jesus

Anderson Donizette

Andriano Bitencourt

Cleberson Fernando da Silva

Emersson Domenico

Eduardo Preuss

Mauro Stumpf

Sandro Pallaoro

Gelson Merísio

Nilson Jr.

Decio Filho

Jandir Bordignon

Gilberto Thomaz

Mauro Bello

Edir De Marco

Daví Barela Dávi

Ricardo Porto

Delfim Pádua Peixoto Filho

Profissionais de imprensa
Guilherme Marques, da Globo

Ari de Araújo Jr., da Globo

Guilherme Laars, da Globo

Giovane Klein Victória, da RBS

Bruno Mauri da Silva, da RBS

Djalma Araújo Neto, da RBS

André Podiacki, da RBS

Laion Espíndola, do Globo Esporte

Victorino Chermont, da Fox: repórter dos canais Fox Sports

Rodrigo Santana Gonçalves, da Fox:

Deva Pascovicci (Devair Paschoalon), da Fox: narrador dos canais Fox Sports

Lilacio Pereira Jr., da Fox

Paulo Clement, da Fox

Mário Sérgio, da Fox: ex-jogador e ex-técnico de futebol, atualmente era comentarista nos canais Fox Sports.

Renan Agnolin: repórter da rádio Oeste Capital, de Chapecó

Fernando Schardong, Rádio AM

Edson Ebeliny, Rádio AM

Gelson Galiotto: narardor da rádio Super Condá, de Chapecó

Douglas Dorneles: repórter esportivo da Rádio Chapecó

Jacir Biavatti, Rádio FM

Ivan Agnoletto: da rádio rádio Super Condá, de Chapecó.

Rafael Henzel: jornalista da rádio Oeste Capital, de Chapecó, foi resgatado com vida.

Tripulação
Miguel Quiroga

Ovar Goytia

Sisy Arias

Romel Vacaflores

Ximena Suarez

Alex Quispe

Gustavo Encina

Erwin Tumiri

Angel Lugo

Zagueiro Neto achado vivo

Aeronáutica confirma : zagueiro Neto pode ter sido achado vivo


Tragédia no ar: Encontrado mais um sobrevivente

TV colombiana divulga mais um sobrevivente da tragédia com o avião que transportava a delegação Chapecoense para Medellin, Colombia. Seria o jogador Neto.

Polícia confirma 76 mortos em avião da Chapecoense


Imprensa internacional destaca tragédia com avião que levava a Chapecoense

José Romildo - Correspondente da Agência Brasil
A imprensa internacional dá hoje (29) grande destaque à queda de um avião em Cerro Gordo, na Colômbia. O avião transportava 81 pessoas. Estavam a bordo 22 jogadores da Chapecoense, time de futebol de Santa Catarina.
Segundo as informações do jornal britânico The Guardian, o avião perdeu o contato com controladores de terra à meia-noite (horário local) e provavelmente tentou fazer uma aterrissagem forçada. Pelas informações ainda não confirmadas, o número de mortos pode passar de 75.
Emissoras de rádio e televisão dos Estados Unidos informaram que o avião vinha da Bolívia para o aeroporto de Medellín, na Colômbia, onde a  Chapecoense iria enfrentar o Atlético Nacional, de Medelin, em dois jogos finais da Copa Sul-Americana.
Cinco pessoas teriam sobrevivido, incluindo o jogador Alan Ruschel e o goleiro Danilo, que estão no hospital. As emissoras observam, porém, que ainda não há dados oficiais sobre o número de sobreviventes.
Vários jornalistas esportivos também estavam no voo, inclusive, o comentarista Mário Sergio, ex-jogador e ex-técnico de futebol.
Fortes chuvas estão dificultando os esforços de resgate, mas cerca de 90 trabalhadores de serviços de emergência estão agora no local do acidente. O prefeito de Medellín disse que o acidente foi "uma tragédia de proporções enormes".

Autoridades colombianas confirmam

Cinco sobreviventes e 76 mortes em tragédia com avião da delegação da Chapecoense.

Acidente no ar: Lista de sobreviventes do acidente do avião da Chapecoense

En los últimos minutos se han conocido los nombres de los jugadores que lograron salir con vida tras esta tragedia.
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Cinco sobrevivientes, rescatados del lugar del accidente: cuatro son futbolistas

Alan Ruschel, Danilo, Jakson Follman y Jimena Suárez fueron remitidos a centros asistenciales de Rionegro. Las labores de rescate fueron suspendidas.
Cinco personas, según las autoridades, fueron rescatadas con vida del Cerro Gordo, en el municipio de La Unión (Antioquia) a unos 60 kilómetros de Medellín, donde el avión en el que viajaban se accidentó la noche del lunes.
En el aparato viajaban 82 personas, entre tripulación del avión e integrantes del Chapecoense.
Alan Ruschel, de 27 años, fue el primero de los sobrevivientes rescatados de la zona del accidente.
El futbolista nacido en Nova Hartz, en el estado de Rio de Grande Sul, fue trasladado al hospital San Vicente de Paúl de Rionegro.
A este lugar llegó en estado de consciencia. Lo primero que hizo fue preguntar por su familia y, según manifestaron algunos delegados de logística de Chapecoense que habían viajado días antes a Medellín, pidió que le guardaran una argolla.
Luego de Ruschel, que tiene heridas en el cráneo, fue remitido al San Juan de Dios el arquero Danilo.
Minutos después, fue llevada al centro asistencial Jimena Suárez, auxiliar de vuelo, a quien le siguió Jakson Follman.
En redes sociales ya se empiezan a conocer las primeras reacciones de familiares de los jugadores, como este trino de la hermana de Alan.