terça-feira, 25 de junho de 2019

PERTURBAÇÃO DOS PEQUENOS



        Deputados federais e estaduais começam a ser alvos de pressões da parte de lideranças de partidos nanicos espelhados pelo interior. Isso, tendo em vista o fato de que as coligações partidárias proporcionais estão proibidas. A verdade é que esses partidos, em sua grande maioria, insignificantes, só sobrevivem coligados entre si. Por conta disso, eles começam a azucrinar os parlamentares federais e estaduais por recursos. A realidade é que, com essa proibição de alianças nem foi necessário extinguir essa miuçalha de carreiristas que sobrevivem de recursos do fundo partidário e de negociatas com partidos de grande porte.

RECONHECIMENTO



Na Assembleia Legislativa, entre arrufos do deputado André Fernandes e colegas “invocados” com ele, uma matéria do maior valor humanístico foi apresentada e aprovada. Refiro-me a matéria que trata da valorização dos cuidadores de pessoas idosas, pessoas com deficiência e doentes. Segundo o deputado Walter Cavalcante (MDB), já era tempo de a sociedade e as autoridades reconhecerem a grandeza com que muitos cuidadores se empenham para aliviar as dores e os problemas daqueles que têm sob seus cuidados. Trata-se de uma atividade que deve ser profissionalmente reconhecida, assim como remunerada como merece.

ELEITORES DE BOLSONARO:


Prefeito de Camaragibe líder de organização criminosa apoiou Bolsonaro para acabar com a Corrupção . 

Demais membros da ORCRIM também alardearam voto em Bolsonaro


Meira chegou a ser recebido no TCE como uma espécie de paladino da moralidade

Do blog da Noelia Brito:

O prefeito afastado de Camaragibe, Demóstenes Meira, que foi preso na semana passada pela Operação Harpalo II, da DRACO, foi um dos mais fervorosos cabos eleitorais do presidente Jair Bolsonaro em Pernambuco. O motivo: acabar com a corrupção. Aliás, tão logo assumiu a prefeitura de Camaragibe, Meira foi recebido com pompa e circunstância no TCE como uma espécie de paladino do combate à corrupção. 

O apoio a Bolsoanro foi alardeado por Meira em Blogs pernambucanos e foi seguido por outros membros da organização criminosa flagrada pela Polícia Civil e pelo Ministério Público de Pernambuco saqueando os cofres de Camaragibe que vibraram com a vitória de Bolsonaro com postagens e frases de efeito em suas Redes Sociais.

O Secretário de Obras Silvano Jackson, afastado ainda na primeira fase da Harpalo, bradava no seu perfil no Instagram: "É 17 NELES"!



A empresária Luciana Maria da Silva que também foi presa na Harpalo II por fraudes em licitações, lavagem de dinheiro e corrupção também manifestou "orgulho" por fazer a campanha de Bolsonaro, que qualificou como a "maior campanha eleitoral popular voluntária da História do Brasil".



A também empresária e esposa de Carlos Augusto, Joelma Silva, ambos presos ma Harpalo II, junto o líder da Orcrim, Demóstenes Meira, também vibrou com a vitoroa de Bolsonaro. Em sua foto no perfil do Facebook comemorou: "Acabou! Graças a Deus! Bolsonaro Presidente!




COM QUEM ESTÁ A VERDADE?



Deputado bolsonarista é acusado de agressão contra a companheira e em nota nega acusação


Esposa do deputado estadual Marco Aurélio (PRTB) prestou queixa contra o marido nesta segunda (24), no Recife — Foto: Reprodução/TV Globo

O G1 e o Balanço Geral da TV Club divulgaram que a Polícia Civil abriu um inquérito para investigar agressões sofridas pela esposa do deputado estadual Marco Aurélio (PRTB), líder da oposição na Alepe e principal articulador das manifestações pró-Bolsonaro em Pernambuco.

A vítima prestou queixa na manhã de ontem (24), e contou ter sido empurrada pelo marido na noite do domingo (23), quando machucou a cabeça e as costas, além de dizer ser alvo de agressões físicas e verbais constantes. O parlamentar, porém, por meio de nota e em entrevistas, nega as acusações.

"Estamos juntos há três anos e, nesse período, eu contabilizei dez agressões físicas. As psicológicas são incontáveis", afirmou a companheira de Marco Aurélio, ao G1, preferindo se identificar.

“Eu tinha almoçado com meus filhos, como todo domingo, e, quando voltamos, perguntei onde ele teria almoçado. Ele me disse que foi em um canto, mas teria sido em outro. Eu questionei, mas, em nenhum momento, eu queria brigar. Ele já veio me agredindo, me xingando, botando o dedo na minha cara, dizendo que não era mentiroso e me deu um empurrão. Foi aí que eu caí”, contou ao G1.

“Faz um ano que eu saí de casa por cinco dias porque eu não aguentei mais, mas voltei achando que ele ia mudar”, declarou.

A esposa de Marco Aurélio alega ter procurado a polícia na noite do domingo (23), após a agressão. "Não tinham equipes de plantão porque eu vim às 21h, mas me pediram para vir hoje [segunda] pela manhã. Vendo os flagrantes aqui, eu pensei várias vezes em desistir", contou.

Ainda segundo a vítima, a denúncia não foi feita antes por se sentir amedrontada devido à condição social do marido.

“Ele já me disse ‘ah, não acontece nada comigo, só em flagrante’ e eu disse ‘eu espero que a gente não chegue a esse ponto’. Ele dizia ‘você não tem influência’, sempre querendo me diminuir, me amedrontar. Por vezes eu aceitei, calei, perdoei, mas agora eu não consigo mais. Está doendo muito, muito”, disse à reportagem do G1.

Leiam a Nota enviada ao Blog pela Assessoria do deputado Marco Aurélio:

NOTA 

Hoje à tarde fui surpreendido pela imprensa por declarações da minha ex-companheira que haveria procurado a delegacia da mulher apesar da mesma numa entrevista dada a TV CLUBE afirmar : “ eu não tenho marcas, possa ser que apareça depois , mas agora não tenho “ Em respeito aos meus eleitores e a sociedade pernambucana venho esclarecer o seguinte : Na noite de ontem , após chegar da Igreja tive uma discursão com minha então companheira de 3 anos , Elizabeth e resolvi encerrar o relacionamento , saindo de casa após ser agredido verbalmente pela mesma . Essas discursões vem há algum tempo ocorrendo e eu sempre alertando a mesma para que encontrasse um ponto de equilíbrio . Infelizmente, domingo à noite encerrei a relação . Ao sair de casa deixei claro que aquela era nossa última vez juntos e que hoje meu advogado iria contatá-la para que na terça fossem tomadas as medidas jurídicas . Para encerrar que deixar claro o meu total apoio a Lei Maria da Penha . Atitudes iguais às que estou passando servem como desserviço à todas mulheres que sofrem violência domestica e familiar . Assim foi que aconteceu os fatos . Quem me conhece sabe quem eu sou . Tenho duas ex mulheres e uma filha . Atenciosamente, 
 Marco Aurélio 
 DEP ESTADUAL

BOM DIA COM POESIA



Que a colheita de hoje seja pródiga. Mas, se não for, não desanime, não perca a esperança, lembre que ainda há muito o que plantar, e muito para colher. Pense, pense e sorria mesmo estando com vontade de chorar. E sonhe, sonhe muito, sonhe alto, pois mesmo que até os canalhas envelheçam, os sonhos nunca envelhecem.

“O sonho

Sonhe com aquilo que você quer ser,
porque você possui apenas uma vida
e nela só se tem uma chance
de fazer aquilo que quer.
Tenha felicidade bastante para fazê-la doce.
Dificuldades para fazê-la forte.
Tristeza para fazê-la humana.
E esperança suficiente para fazê-la feliz.
As pessoas mais felizes não tem as melhores coisas.
Elas sabem fazer o melhor das oportunidades
que aparecem em seus caminhos.
A felicidade aparece para aqueles que choram.
Para aqueles que se machucam
Para aqueles que buscam e tentam sempre.
E para aqueles que reconhecem
a importância das pessoas que passaram por suas vidas.”
Clarice Lispector

quarta-feira, 19 de junho de 2019

CONVITE DE IVO GOMES


O prefeito de Sobral, Ivo gomes, convida para inauguração da Praça Mais Infância, no bairro Nova Caiçara.  O evento acontece nesta quarta-feira (19),  às 17:00h. A praça foi construída em parceria com o governo do Estado e está equipada com academia de ginástica, quadra, pista de skate, parque infantil.
Fotos retiradas do Facebook

SENADO DERRUBA DECRETO DAS ARMAS

Senado aprova revogação de decreto que flexibiliza acesso a armas


Plenário do Senado aprova MP que autoriza a participação de até 100% de capital estrangeiro em companhias aéreas brasileiras..

Projeto de Decreto Legislativo segue para análise da Câmara


Da Agência Brasil/Foto:  Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

O plenário do Senado aprovou hoje (18) a revogação do decreto do presidente Jair Bolsonaro que flexibilizou o acesso da população a compra e posse de armas no Brasil. Por 47 votos a 28, os senadores aprovaram um Projeto de Decreto Legislativo (PDC), do senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP) e de outros senadores, que susta os efeitos da flexibilização. A matéria segue agora para análise na Câmara dos Deputados. A maioria dos senadores argumentou que a alteração das regras para o acesso às armas por meio de decreto era inconstitucional e deveria ser feita por projeto de lei.
Na semana passada, a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Casa rejeitou por 15 votos a 9 o relatório do senador Marcos do Val (Cidadania-ES), que era favorável ao decreto presidencial. Após a decisão da comissão, senadores teriam recebidos ameaças e ofensas após se posicionaremo contra o decreto.
Ao proclamar o resultado, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), disse que a Casa deu uma demonstração de maturidade política e grandeza no episódio e se solidarizou com os senadores que receberam ameaças “por exercerem o direito de se manifestar” em torno dessa matéria.
“Como presidente sempre farei a defesa desse Poder. Esta é uma oportunidade onde o Senado mostra a sua grandeza. Onde homens e mulheres enfrentaram um debate que eu não sei se foi feito por robôs ou por pessoas”, disse.
Antes da votação da matéria, Alcolumbre disse que determinou à Polícia Legislativa a abertura de investigação sobre as ameaças. O presidente do Senado disponibilizou escolta policial para parlamentares alvos dos ataques. 
O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, durante sessão que aprovou  Proposta de Emenda à Constituição 91/2019, que altera o rito de tramitação das medidas provisórias no Congresso Nacional.
O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, ddisse que a Casa deu uma demonstração de maturidade política - Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

Debate entre senadores

Entre as medidas previstas no decreto, assinado em maio pelo presidente da República, estão a concessão do porte a 20 categorias profissionais; o aumento de 50 para 5 mil o número de munições que o proprietário de arma de fogo pode comprar anualmente; a permissão para o proprietário rural com posse de arma de fogo utilizar a arma em todo o perímetro da propriedade; a quebra do monopólio da importação de armas no Brasil; a permissão para colecionadores, atiradores desportivos e caçadores (CACs) poderem ir de casa ao local de tiro com a arma com munição; o direto ao porte de armas para praças das Forças Armadas com 10 anos ou mais de experiência.
De acordo como senador Randolfe Rodrigues, caso as regras fossem aprovadas, cerca de 20 milhões de brasileiros passariam a ter direito à posse e porte de armas. O senador disse que isso seria a institucionalização do “bangue-bangue” no país. “O 'liberou geral' de armas, como está nesse decreto, não tem precedente na ordem jurídica mundial, nem em países como os Estados Unidos, em que existe a liberação de armas. Nem nos Estados Unidos, que, desde a independência, tem a cultura das armas, se extrapolou tanto na posse, no porte e na comercialização”, disse.
Também contrário ao decreto, o senador Otto Alencar (PSD-BA) disse que o decreto se opõe ao que determina o Estatuto do Desarmamento. O senador argumentou que, para a aprovação do Estatuto, houve um grande debate tanto no Senado quanto na Câmara dos Deputados. “Esse estatuto [do Desarmamento] foi discutido nas duas Casas por muito tempo. Não há nenhum impedimento para quem queira comprar uma arma hoje, desde que preencha os pré-requisitos estabelecidos pela lei”, disse. 
De acordo com o senador, o presidente deveria ter mandado um projeto de lei ao invés de publicar o decreto. “O presidente da República poderia perfeitamente mandar um projeto alterando o Estatuto do Desarmamento, mas não um decreto. Um decreto com orientação equivocada completamente”, disse. “Mas não é possível que um decreto possa autorizar a compra de 48 cartuchos por dia”.
O relator do decreto na comissão, senador Marcos do Val (Cidadania-ES), argumentou que o decreto não iria aumentar a violência e que as pessoas que tivessem acesso à posse e ao porte de armas não poderiam ser tratadas como criminosos. “Parem de achar que a pessoa armada, o cidadão que segue a lei, que obedece à lei, que teme a lei, vai ser um criminoso. Nós estamos julgando todo brasileiro como um criminoso. Então, se meu pai quiser ter arma hoje, ele é um criminoso? A minha irmã está tirando arma, como eu falei para vocês, ela vai ser uma criminosa?”, disse.
O líder do governo no Senado, senador Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE), defendeu o decreto e disse que a medida visava dar maior “concretude” às regras previstas na lei para a posse e porte de armas. “O decreto cuida de dar mais concretude a diversos conceitos e expressões constantes na citada lei, estabelecendo em diversas passagens critérios objetivos e racionais, assim conferindo maior segurança jurídica sobre a matéria. Não houve, portanto, qualquer inovação normativa, mas mera regulamentação, detalhamento do que já consta no estatuto”, disse.

Bolsonaro

O presidente Jair Bolsonaro se manifestou sobre a  revogação do decreto pelo Senado em sua conta pessoal no Twitter.
O presidente disse que espera que a “Câmara não siga o Senado, mantendo a validade do nosso Decreto, respeitando o Referendo de 2005 e o legítimo direito à defesa.” Em um segundo tuíte, publicado cerca de uma hora, ele defendeu o direito à legítima defesa.  "O direito à legítima defesa não pode continuar sendo violado! Nem todo mundo possui condição de ter seguranças armados", escreveu.
- Por 47 a 28, o Senado derrota nosso Decreto sobre CACs e Posse de Armas de Fogo. Esperamos que a Câmara não siga o Senado, mantendo a validade do nosso Decreto, respeitando o Referendo de 2005 e o legítimo direito à defesa.
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Quem deixa de ter acesso a armas de fogo com leis de desarmamento, o cidadão que quer apenas se proteger ou o criminoso, que, por definição, não segue as leis? O direito à legítima defesa não pode continuar sendo violado! Nem todo mundo possui condição de ter seguranças armados.
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