quinta-feira, 15 de março de 2018
quarta-feira, 14 de março de 2018
Merkel, mulher de peso
Merkel é eleita para 4º mandato como chanceler da Alemanha
BERLIM, 14 MAR (ANSA) – A alemã Angela Merkel foi eleita nesta quarta-feira (14) pela quarta vez para o cargo de chanceler do país com voto da maioria da câmara baixa do Bundestag.
BERLIM, 14 MAR (ANSA) – A alemã Angela Merkel foi eleita nesta quarta-feira (14) pela quarta vez para o cargo de chanceler do país com voto da maioria da câmara baixa do Bundestag.
Merkel recebeu o apoio de 364 deputados dos 692 presentes no plenário, enquanto que 315 votam contra, nove se abstiveram e quatro anularam. “Eu aceito o voto”, disse Merkel. A reeleição acontece após a chanceler reeditar o acordo da “Grande Coalizão” entre o Partido Social-Democrata (SPD), a União Social Cristã (CSU) e a União Democrata Cristã (CDU).
Entre todos, ele somam 399 cadeiras. Agora, a líder do governo deve seguir para a sede da presidência do país para ser nomeada formalmente para o cargo. Logo depois, ela voltará ao parlamento para fazer o juramento.
Depois do resultado da apuração, Merkel foi aplaudida por todos que estavam presentes no Parlamento, entre eles o seu marido Joachim Sauer, e sua mãe, Herlind Kasner. Este será o quarto mandato e, possivelmente, o mais desafiador que Merkel enfrentará, principalmente depois de ter dificuldades e demorar quase seis meses para formar um governo. Em 2017, Merkel venceu as eleições na Alemanha, mas sem conseguir maioria no Parlamento, o que a obrigou a formar uma aliança com seu principal rival. (ANSA).
Fonte: ISTO É
Atual cenário político brasileiro
Abaixo
texto do jornalista Ricardo Kotscho, publicado no Balaio do Kotscho. Reproduzo porque considero a perfeita tradução do cenário político atual
que salta diante dos olhos até de quem não quer ver.
"Cada vez encontro mais gente reclamando que não tem em
quem votar.
Conversando com minha mulher neste final de tarde
chuvoso sem novidades no front, fiquei pensando: que eleição é essa com
candidatos sem votos e eleitores sem candidato?
Quem tem votos não pode ser candidato e quem não tem
quer ser.
Se continuar assim, logo vai aparecer alguém para
propor que é melhor adiar ou cancelar logo de uma vez esta eleição.
Não duvido que altos estrategistas de Brasília já não
estejam pensando nisso.
Em qualquer país democrático do mundo, eleição é
sempre uma renovação de esperanças, mas aqui está acontecendo o contrário.
À medida em que mais nos aproximamos da data marcada
no calendário eleitoral, mais sinto crescer a desesperança.
Aquilo que deveria se constituir num amplo debate
sobre os destinos do país está confinado no Fla-Flu histérico das redes sociais
e no toma-lá-dá-cá do leilão armado no Congresso Nacional.
Até agora não apareceu uma bandeira, um projeto, uma
ideia nova sequer para tirar o país do buraco em que se encontra.
Os que estão no poder desistiram de falar em reformas
e só pensam na própria sobrevivência, de preferência longe da cadeia.
Os que querem chegar lá brigam entre si sem apresentar
soluções minimamente viáveis.
Os três poderes se aniquilaram mutuamente na
mediocridade pomposa dos seus próprios interesses, indiferentes ao que acontece
do lado de fora dos palácios.
Ninguém reage a mais nada, como se o país tivesse sido
congelado, à espera de tempos melhores vindos do céu.
A direita saiu do armário por uma porta, a esquerda
entrou pela outra e tudo se misturou na geleia geral suprapartidária de um país
permanentemente sub-júdice.
Nomes não faltam na lista de candidatos. O que não há
são lideranças com propostas capazes de cativar os eleitores, mobilizar
corações e mentes em torno de um projeto de país, qualquer um.
Passamos anos gritando fora isso, fora aquilo, abaixo
tudo, sem saber o que colocar no lugar. Sempre foi mais fácil derrubar do que
erguer tijolo sobre tijolo a casa comum.
A chamada sociedade civil que saiu às ruas em 1984
para reconquistar a democracia por onde andará?
OAB, CNBB, ABI, UNE, CUT – advogados, religiosos,
jornalistas, estudantes, trabalhadores, cadê estas siglas e todos aqueles que
se uniram contra o arbítrio para reconquistar o direito de votar para
presidente?
No silêncio obsequioso das ruas, só as buzinas dão
sinal de vida.
Vida que segue."
Ação coordenada
Operação Lava Jato do Rio de Janeiro manda
prender ex-secretário responsável pelo Sistema Carcerário, delegados e
policiais militares por fraudes em contratos para fornecimento de alimentos aos
presídios do Estado. A operação foi possível em razão de uma ação coordenada
entre a Lava Jato e o Ministério Público Estadual. Hmmmmm. Aí eu fico aqui a
pensar com meus botões: Será que aqui no Ceará não existe esse tipo de
fraude?
Mulher não é para isto!
Em meio ás manifestações universais em homenagem ao Dia
Internacional da Mulher, muitas ações que engrandecem as mulheres e aqueles que
festejaram essa justa efeméride, muitas demonstrações comoventes de
reconhecimento e de gratidão pelos exemplos de grandeza de quem, além de gerar
vidas, tem ainda a missão de protegê-las contra os malefícios a que estão
expostos, funcionando como anjos da guarda. Foi oportuno para que se cobrasse a
presença de mais mulheres no Legislativo Estadual.
Em Fortaleza, numa sessão solene em que foram vivenciados momentos de grande
emoção, homenagens sinceras foram feitas a quem funciona como um mundo de paz
num mundo convulsionado. Foram momentos de comoção e de religiosidade que
fizeram daquele evento, um dos mais marcantes do ano, não fora a presença de
agitadoras do MST, que além de quebrar a harmonia do momento, instigaram o povo
à luta armada. Foi um dos piores anticlímax da história daquela Casa e das
homenagens à mulher.
Mostrando que só existe para agitar e não para buscar Justiça, agitadoras profissionais do MTST cometeram, no Rio de Janeiro, um ato de violência inaudita, ao invadir os espaços do Jornal e da TV O Globo. Acostumadas a invadir e destruir o patrimônio público e o privado, essas mulheres não só usando a violência, como também cavaram um fosso entre elas e a sociedade, que não pode apoiar esse tipo de procedimento, totalmente prejudicial à paz social, que o Brasil, que a nossa sociedade está a merecer.
Mostrando que só existe para agitar e não para buscar Justiça, agitadoras profissionais do MTST cometeram, no Rio de Janeiro, um ato de violência inaudita, ao invadir os espaços do Jornal e da TV O Globo. Acostumadas a invadir e destruir o patrimônio público e o privado, essas mulheres não só usando a violência, como também cavaram um fosso entre elas e a sociedade, que não pode apoiar esse tipo de procedimento, totalmente prejudicial à paz social, que o Brasil, que a nossa sociedade está a merecer.
CURTO
CIRCUITO
SINUCA
DE BICO
Oposicionistas do governo
e do grupo político governista assistem, de camarote, um momento complicado dos
adversários. Trata-se das complicações criadas por dirigentes nacionais do PDT
que defendem, a qualquer custo, as duas vagas do Senado Federal para esse
partido, dificultando a vida do senador Eunício e do próprio governo do estado,
que vem sendo favorecido pela atuação deste, liberando muita grana para o
Ceará.
AGONIA
É de dolorosa agonia a
situação vivenciada pelo PT, partido que se esvai e se esfumaça, cuja esperança
última de sobrevivência seria a liberação do ex-presidente Lula para que este
tente retornar à presidência da República. Por conta dessa dependência,
lideranças nacionais do PT, em vez de buscar nomes opcionais, como do ínclito
ex-senador Suplicy, preferem lutar por uma candidatura impossível e agonizante.
DESCARAMENTO
A senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR) é um dos casos mais
explícitos de descaramento na política brasileira. Dependurada no pobre
ex-presidente Lula e na presidência nacional do PT ela sofre sob o peso de
processo por uso de propina e outras mazelas. Tentando aliviar o peso da
situação, quis conversar com a ministra Carmen Lúcia, presidente do STF, que
tem coisas mais importantes com que se ocupar.
DESORIENTADOS
Nos bastidores da
Assembleia Legislativa, lideranças políticas e pessoas simples do interior
continuam afirmando que o próximo pleito a desorientação do eleitorado do
interior vai se agravar. Isso, em decorrência do amontoado de partidos e, é
claro devido às mudanças de siglas de lideranças em quem votam. O eleitor
queixa-se de não poder mais fixar-se em um partido, já que os líderes vivem
pulando de galho em galho.
LASTIMÁVEL
Depois de muito tempo sem
“estrilar” alunos do Curso de Comunicação da UFC, responsável pela formação de
profissionais de imprensa, vêm a público para denunciar a grave situação em que
se acha aquele setor, onde falta de tudo, a começar por equipamentos mínimos e,
o que é pior, onde faltam até professores para várias matérias. Que o comando da
Universidade aja para não prejudicar quem sonha ser jornalista.
JOGATINA
Em mais uma atitude contraditória, o Senado barrou Projeto de
Lei que libera os chamados jogos de azar no País, vistos como a saída para
melhorar o caixa nacional. A grande contradição e falta de lógica é que,
enquanto se proíbe a exploração de cassinos e outros focos de jogatina, o
governo permanece sendo o campeão absoluto desse setor, explorando vários tipos
de loteria, “enchendo as burras” da Caixa Econômica.
Julieta BrontéeColuna publica no jornal O ESTADO
Saudade
Um sentimento vazio que as vezes dói
tanto que as lágrimas rolam face abaixo, num incontido desejo de morte em vida.
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