O responsável pela
Administração Penitenciária, pasta nova criada pelo governador Camilo Santana, Mauro Albuquerque, mal assumiu aquele problemático setor cometeu a
imprudência de declarar desconhecer a existência de facções criminosas
organizadas no Ceará. Prometeu acabar com celulares nas unidades prisionais e
encerra esse negócio de divisão de presos de acordo com facção criminosa nas
detenções, consequentemente, deixar tudo junto e misturado. Aí danou-se, os “meninos
malinos” não gostaram. Ato contínuo, e
demonstrando que existem e que estão em plena atividade, os membros das facções
deram a resposta atacando ônibus e Vans em Fortaleza, e tentando destruir um
viaduto em Caucaia. Diante disso, uma realidade: as facções implantadas no
Ceará por bandidos de outros estados são uma presença a ser eliminada do nosso
estado, antes que cresça e se enraíze mais ainda.
Ora, se os telefones são
usados pelos chefes de facções para, de
dentro das celas, ordenarem crimes, bloqueando os celulares eles não terão como entrar em contato com seus
coleguinhas daqui de fora.
Aliás, nesse setor, é bom
que o senhor Mauro Albuquerque lembre: Não se "catuca o diabo com vara curta". Não se prega aviso, se age, e o mais rápido possível, sem comunicado, pois o
elemento surpresa, no caso, é extremamente necessário. Depois, então, bota a
boca no mundo. Avisar aos bandidos o que vai fazer é que não dá, pois a consequência
é esse terrorismo que está implantado aqui no Ceará.
Por fim, fica a pergunta:
Afinal de contas, quando é mesmo que vão bloquear os celulares nos presídios?
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