Em plena crise de
segurança em que se encontra todo o estado do Ceará, com as ações dos
criminosos, o Conselho Estadual de Defesa dos Direitos Humanos, que chegou a
demorar, termina entrando em cena.
Enquanto o governador Camilo e toda a sua
equipe, tendo ao lado a Força Nacional, Policia Militar, Policia Civil, Polícia
Rodoviária Federal, entre outros se empenham para livrar a sociedade desses
marginais, o CEDDH-CE aparece para acusar essas forças de praticar atos de
violência para a caça aos celerados. Pior ainda, chega a acusar os policiais de
prisões arbitrárias, fragrantes forjados, invasões de domicílios e outros.
Parece que o referido
Conselho acha que nessa guerra existem regras, que jamais existem da parte dos
bandidos, assassinos, incendiários, vândalos e outros que impõem pânico a toda
uma sociedade.
E digo mais, o governador
Camilo Santana, se quiser acabar com esse terrorismo que foi implantado aqui em
nosso Estado, tem que, imediatamente, providenciar a instalação de
bloqueadores de celulares em todos os
presídios do Ceará. Afinal de contas, todo mundo sabe que o principal meio
utilizado pelos criminosos é, justamente, o telefone celular.
Não custa lembrar que
essa promessa sobre bloqueio de celulares nos presídios, não é de hoje. Há
quase duas décadas que se escuta essa lenga-lenga sem que nada seja posto em
prática. A primeira sinalização do Estado para isso, foi em 2002, promessa
feita por Sandra Dond, que à época chefia a Secretaria de Justiça e Cidadania
(SEJUS). De lá pra cá o que não faltou foram projetos, os mais variados
possíveis mais não saíram do papel.
A situação chegou a um
ponto, que o governo não pode e não deve recuar. É hora de medidas drásticas, é
hora do bloqueio, não só de celulares nas casas de detenção do Estado do Ceará,
é hora do bloqueio do medo.
Agora, é tudo ou nada.
Afinal de contas, o prejuízo já foi computado, o povo apavorado e torturado por
essa onda de terror. Basta de medo, governador! Avante! Ter coragem é preciso!
E os Direitos (des)Humanos que fiquem do lado de quem sempre ficaram.
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