UMA
GUERRA CONTRA O BRASIL
Julieta Brontèe
Julieta Brontèe
Justamente quando o Brasil mais necessita da unidade dos
brasileiros como um todo, é deflagrada mais uma guerra cuja vítima maior será a
população do país. Estamos falando da guerra, ainda chamada de “fria”, entre a
Rede Globo e o governo do presidente Jair Bolsonaro. Se o clima de animosidade
entre a segunda maior Rede de TV do Planeta e um governo que mal se inicia,
corremos os mesmos riscos de quando a Globo ajudou a minar Sarney, derrotar
Lula e Brizola, e derrubar Collor e Dilma.
Por mais que Bolsonaro tenha assumido com o prestígio, não há
como esquecer de que ele, desde a época de deputado federal, nunca se afinou
com a Globo e vice-versa. O que é um risco pra qualquer governo. Não dá para
brincar com uma empresa que dispõe de 122 emissoras próprias e afiliadas de TV,
emissoras de Rádio, um grande Jornal, 24 canais de satélite e de cabo, e que
cobre quase 100% do território Nacional. E não se sabe se as emissoras que
apóiam Bolsonaro podem equilibrar esse confronto. Acho praticamente impossível.
A preocupação de todos os brasileiros se justifica, no
momento em que, de forma explícita, o Palácio do Planalto, a equipe de
Bolsonaro, e ele próprio “isolam” a Rede Globo e o jornal “Folha de São Paulo”,
priorizando outras emissoras e outros jornais e revistas. Como não poderia
deixar de acontecer, a “Venus Platinada” revida, com programas humorísticos
satíricos, como fez com os presidentes a quem ajudou a derrotar. A sociedade
torce pelo fim de um confronto que se
desenha apenas com perdedores. Não custa
lembrar, o governo Bolsonaro tem data marcada para acabar, o Sistema Globo,
não.
CURTO
CIRCUITO
GOVERNO E FIEC UNIDOS
A gestão de Beto Studart
à frente d FIEC continua promovendo avanços em termos de parceria com o Governo
do Estado. Nesta terça-feira, no Palácio da Abolição, o presidente do Centro
Industrial do Ceará – CIC, André Siqueira, na presença de quase todo o
secretariado estadual, apresentou para o governador Camilo Santana um projeto
elaborado no sentido da otimização da geração de empregos no Ceará, com FIEC e
Governo caminhando juntos nesse sentido.
SENADORES DINÂMICOS
Depois das “brigas de portão de feira” da
eleição para a presidência do Senado, e para as presidências de Comissões
Técnicas, os olhos se voltam para o que poderão produzir os senadores – novos
ou veteranos. Do Ceará, destacam-se o veterano Tasso Jereissati (PSDB) e o
estreante Eduardo Girão. Mas, em termos de ação febril, destaca-se Jorge Kajuru
(PPS-GO). Além de se mexer por uma CPI do Futebol, ele parte para o fim das
reeleições para o Poder Legislativo em todos os níveis. Simples utopia. Duvido
que consiga.
VAI PASSAR SEM PROBLEMAS
Conforme levantamentos feitos pela grande
imprensa “lá de cima”, o Pacote anticrime, elaborado pelo Ministro da Justiça e
Cidadania, Sérgio Moro e sua equipe deverá ser aprovado com mais facilidade do
que as reformas a serem aprovadas ainda este semestre. Segundo o colunista
Ricardo Noblat, da Veja, só deputado ou senador insensato vota contra. Se assim
agir, o mínimo que pode fazer é beneficiar o crime e prejudicar um país que
quer se livrar de criminosos.
QUEBRADORES DO BRASIL
A concessão desenfreada, política e
irresponsável de subsídios pelo governo brasileiro, como poderia deixar de
acontecer, concorreu para quebrar o Brasil. É o que afirma, sem rodeios, o
Ministro da Economia, Paulo Guedes, um inimigo figadal desse tipo de concessão.
Ele já adverte: será o fim de subsídios para engordar empresas bilionárias,
assim como aventureiros travestidos de empresários. O benefício só para
empresas comprometidas com a geração de muitos empregos.
GESTÃO VITORIOSA
O magnífico reitor Henry Campos, com vitoriosa
gestão à frente da Universidade Federal do Ceará, anunciou a sua renúncia,
devendo permanecer no cargo até agosto. Sua saída coincide com a eleição da UFC
como a melhor universidade pública do Norte e do Nordeste. Com isso, já se
movimentam os aspirantes à ocupação daquele cargo, sendo que um deles, o
advogado e diretor da Faculdade de Direito, Cândido Albuquerque, depois de
outras tentativas, poderá ter agora a sua vez.
“LARANJAL” É COISA ANTIGA
Diante das investigações, pela Procuradoria
Regional Eleitoral a respeito candidaturas de “laranjas”, vem à tona uma
safadeza bem antiga. Em eleições nas últimas décadas, as listas de “candidatos”
com pinga-pinga de votos eram para ajudar a eleger os bem votados. Agora a PRE,
ao lado do MPF estão no rastro é de “laranjas” cujo papel é o de fingirem-se
candidatos para “rachar” com dirigentes partidários corruptos a grana do Fundo
Partidário que sai do bolso do povo.
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