Maia,
mesmo sendo chamado de "irmão", com cara de poucos amigos e não aceitando os aconchegos e chamegos de
Bolsonaro, argumentou com firmeza tratar-se de um projeto que não é do Governo
Federal, nem de governadores, nem de municípios, mas sim de milhões de
brasileiros hoje aposentados, ou pensionistas, e de outros milhões que estarão
nessa situação nas próximas décadas.
Sob o ponto de vista financeiro, um dos
alertas mais sérios é relacionado com as perdas de R$ 50 bilhões para o Governo
Federal por ano. Essa situação, segundo os defensores da Reforma da Previdência,
só tenderá a se agravar se ela naufragar, e com isso, todo o sistema
previdenciário.
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