domingo, 16 de dezembro de 2018

Dragão do Mar: Programação cultural de 18 a 23 de dezembro de 2018


Programação cultural de 18 a 23 de dezembro de 2018 no Dragão do Mar


FUNCIONAMENTO DO CENTRO DRAGÃO DO MAR

Geral: de segunda a quinta, das 8h às 22h; e de sexta a domingo e feriados, das 8h às 23h. Bilheteria: de terça a domingo, a partir das 14h.
Cinema do Dragão: de terça a domingo, das 14h às 22h. Ingressos: R$ 14 e R$ 7 (meia). Às terças-feiras, o ingresso tem valor promocional: R$ 10,00 (inteira) e R$ 5,00 (meia).
Museus: de terça a sexta, das 9h às 19h (acesso até as 18h30); e aos sábados e domingos, das 14h às 21h (acesso até as 20h30). Acesso gratuito.
Multigaleria: de terça a domingo, das 14h às 21h (acesso até as 20h30). Acesso gratuito.
Planetário: de quinta a sexta, sessões às 18h e às 19h; e aos sábados e domingos, às 17h, 18h, 19h e 20h. Ingressos: R$ 10,00 (inteira) e R$ 5,00 (meia).

OBS.: Às segundas-feiras, o Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura não abre cinema, cafés, museus, Multigaleria e bilheterias.

Atenção! Nos dias 24, 25 e 31 de dezembro de 2018 e 1º de janeiro de 2019, o Centro Dragão do Mar estará fechado por conta dos feriados de fim de ano.

►[TEATRO] MOSTRA DE ARTES DO PORTO IRACEMA

A Mostra de Artes do Porto Iracema, ou simplesmente MOPI, é um dos principais acontecimentos anuais da Escola. É o evento que marca o encerramento das atividades letivas do Porto e, também, a apresentação dos resultados do que foi desenvolvido ao longo do ano. Dentro da programação está a MOPI Teatro. Este ano, temos os espetáculos dos quatro projetos desenvolvidos no Laboratório de Teatro pelos Grupos Teatro de Caretas, Pavilhão da Magnólia, Manada de Teatro e Bagaceira, além de três peças curtas produzidas pelos alunos do Curso Básico de Artes Cênicas. Apresentações acontecerão em diversos espaços nos dias 11, 18 e 19, e são abertas ao público.

Para o coordenador do Lab Teatro, Andrei Bessa, as questões abordadas pelos projetos cumprem papéis distintos. “São tantas questões que se atualizam, não só pelo sentido político, mas (também) pelos desenhos sociais, que naturalmente modificam a arte e o nosso fazer como artista”, afirma. “Como coordenador, acompanhar de perto esse movimento num ano como 2018 é muito importante”, diz ele.

Os temas dramaturgia feminina e ativismo em cena são o que dão luz à pesquisa teatral que resultou no espetáculo “Boca Amordaçada”, orientado pela atriz e diretora peruana Ana Correa, que abre a MOPI Teatro na próxima terça-feira, 11. Com o objetivo de integrar elementos que transpassam atuação, dramaturgia e espaço urbano para composições cênicas, o Grupo Teatro de Caretas traz ao público performances e cenas teatrais destacando a arte pública, o ativismo, comunidades temporárias, o feminismo, a política e a teatralidade. A apresentação será no hall do Museu da Cultura Cearense, no Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura, às 17h.

Também no dia 11, no Porto Dragão, é a vez do Grupo Manada de Teatro desbravar o Ceará com o espetáculo “Expresso Sonho Azul”. Às 19h, o público é convidado a vivenciar um jogo lúdico e cruel onde os intérpretes (vagões) se cruzam com as personagens, montando um mosaico de possíveis vidas. A ideia é recontar fiapos de acontecimentos e histórias anônimas em torno da linha do trem. O projeto recebeu tutoria de Geogertte Fadel.

Na semana seguinte, no dia 18, o Pavilhão da Magnólia parte da obra clássica “O Quinze”, da escritora Rachel de Queiroz, para tratar da fragilidade humana e da força poética do sertão no espetáculo “Dramaturgias da Água e da Seca”. A tutoria do projeto ficou por conta de Miguel Velhinho e o palco para o grupo será a sede do próprio grupo, na Casa Absurda. A apresentação inicia também às 19h.

E no dia 19, o Grupo Bagaceira, motivado pela possibilidade de o coletivo acabar, após 18 anos de atuação, leva ao público uma discussão sobre a resignificação do fim com a peça “Inventário para poéticas futuras”. O grupo abordará a ideia da morte no palco, ao mesmo tempo em que estabelece um paralelo com o caos político do país, renovando a energia criativa e a existência do grupo. O projeto teve a tutoria de Alexandre Dal Farra. O local da apresentação que inicia às 19h será a Casa da Esquina, sede do Bagaceira.

PREAMAR DE ARTES CÊNICAS
Os alunos do Curso Básico de Artes Cênicas não ficarão de fora. Durante o segundo semestre de 2018, dentro do Programa Preamar, eles produziram três peças curtas, de aproximadamente 30 minutos cada. “A Mamãe Aqui”, “Matriarca Encarcerada” e “Mar Lúcia” trazem a mãe como figura central, em consonância com o tema “Poéticas do Feminino”, que norteou os trabalhos do Porto durante todo o ano. Os três trabalhos serão apresentados na mesma noite, no dia 19, a partir das 19h, no Teatro Dragão do Mar, encerrando a MOPI Teatro.

A Mamãe Aqui conta a história da feirante Tiaga que sonha ser prefeita de Capistrina para poder usar o carro oficial. Já Matriarca Encarcerada trata de uma mãe acusada de matar o próprio filho. E Mar Lúcia, por sua vez, retrata uma família humilde composta por uma mãe que cria sozinha três filhos em idades escolares.

MOPI TEATRO

O que: “Boca Amordaçada”, com Grupo Teatro de Caretas
Quando: Terça-feira, 11 de dezembro, às 17h
Onde: Hall do Museu da Cultura Cearense (R. Dragão do Mar, 81 – Praia de Iracema)
GRATUITO

O que: “Expresso Sonho Azul”, com Grupo Manada Teatro
Quando: Terça-feira, 11 de dezembro, às 19h
Onde: Porto Dragão (R. Boris, 90 – Praia de Iracema)
GRATUITO

O que: “Dramaturgias da Água e da Seca”, com Grupo Pavilhão da Magnólia
Quando: Terça-feira, 18 de dezembro, às 19h
Onde: Casa Absurda (R. Isac Meyer, n 108 – Aldeota)
GRATUITO

O que: “Inventário para poéticas futuras”, com Grupo Bagaceira
Quando: Quarta-feira, 19 de dezembro, às 19h
Onde: Casa da Esquina (R. João Lobo Filho, 62 – Bairro de Fátima)
GRATUITO

O que: Preamar de Artes Cênicas – Estreia de “A Mamãe Aqui”, “Maternidade Encarcerada” e “Mar Lúcia”
Quando: Quarta-feira, 19 de dezembro, às 19h
Onde: Teatro Dragão do Mar (R. Dragão do Mar, 81 – Praia de Iracema)
GRATUITO

► [ASTRONOMIA] Noite das Estrelas
Todos os meses, sempre nas noites de Quarto Crescente Lunar, o planetário disponibiliza telescópios ao público em geral para observação astronômica de crateras da lua, planetas, nebulosas etc. Em caso de céu nublado, a sessão poderá ser interrompida ou cancelada.

Dias 18 e 19 de dezembro de 2018, às 19h, em frente ao Planetário. Acesso gratuito. Classificação etária: Livre.




► [TEATRO ]Espetáculo “Soledad – a terra é fogo sob nossos pés’’
Hilda Torres

O espetáculo conta a história de Soledad Barrett Viedma (1945-1973), militante paraguaia, que após ter lutado em diversos países da América Latina, veio militar no Brasil. No Recife, teve sua trajetória de lutas e idealismo interrompida brutalmente, em um dos episódios mais violentos da ditadura brasileira: o massacre da chácara São Bento. A obra, contudo, não se restringe a um caráter memorialista, mas abrange algo que se quer contar hoje, traçando um ousado diálogo entre o passado e o presente.

Sobre a atriz
Hilda Torres é atriz e psicóloga. Com 20 anos de carreira, Hilda atua no teatro, com experiências pontuais em televisão e cinema. Atuou em peças como “Essa febre que não passa”- Dir. André Brasileiro e Marcondes Lima e “Autônomas”- Dir. Jorge Clésio. Na televisão, atuou na minissérie “A pedra do reino”. No cinema, seus últimos trabalhos foram “A felicidade não é deste mundo” e “Ursos camaradas”. “Soledad – a terra é fogo sob nossos pés” é o seu primeiro monólogo. Hilda foi premiada como melhor atriz do teatro pernambucano em 2016, escolhida pela Associação dos Produtores de Teatro de Pernambuco - APACEPE.

Trajetória do Espetáculo

  • Estreia e temporada em 2015, no Teatro Hermilo Borba Filho, de quinta a domingo, de 03 à 20/09;
  • Festival Nacional de Teatro do Recife, 2015;
  • Evento realizado pela Marcha Mundial de Mulheres Soledad Barrett Viedma, no Edifício Pernambuco, um espaço cultural e alternativo do Recife, 2015;
  • Semana Cênicas da UFPE, 2015;
  • Janeiro de Grandes Espetáculos, 2016, onde recebe indicação de melhor direção e espetáculos e o prêmio da categoria de melhor atriz.
  • Corpo Terra – Mulheres em Solo, Festival de solos femininos, SESC Interlagos, SP.
  • Mostra Sesc Teatro e Circo, Teatro Capiba (Sesc de Casa amarela, Recife/PE)
  • 2ª Temporada, no Teatro Hermilo Borba Filho, sábados e domingos, de 02 à 10/04;
  • Mostra do Sesc Santa Rita, para alunos e alunas da rede pública. Com a realização de debate sobre a temática da peça e a apresentação da mesma.
  • Festival de Inverno de Garanhuns/2016.
  • Aldeia do Velho Chico/ Sesc Petrolina/2016.
  • Escola Pernambucana de Circo.
  • Sesc Casa Amarela – Teatro Capiba.
  • Ocupações dos Centros de Artes e Comunicação, Ciências Biológicas e Faculdade de Direito da Universidade Federal de Pernambuco.
  • Semana de Arte e Mulher – Hermilo Borba Filho, 08/03/2018;
  • Circulação Internacional: Centro Cultural de España Juan de Salazar (Assunção, Paraguai), 16 e 17/03/2018
  • Circulação Internacional: Teatro Sala Verdi (Montevidéu, Uruguai), 20 e 21/03
  • Sesc São Lourenço, 23/03;
  • Sesc Arcoverde, 26/03;
  • Sesc Goiana, 27/03;


FICHA TÉCNICA

Dramaturgia: Hilda Torres e MalúBazán
Atuação: Hilda Torres
Direção: MalúBazán
Cenário e figurino:MalúBazán
Desenho de luz:Eron Villar
Direção musical: Lucas Notaro
Produção geral: Márcio Santos
Realização: Cria do Palco
Fotografias: Rick de Eça


Dias 21 e 22 de dezembro, às 19h, no Teatro do Dragão do Mar. Ingressos: R$ 20,00 (inteira) e R$ 10,00 (meia). Classificação etária: 14 anos.


Contato: Hilda Torres (81) /99662-5333 /  hildatorresneta@hotmail.com
Ou Mika - (85) 98213880/  mika38up@gmail.com




► [MÚSICA] Festival Cearense de Hip Hop

O FCH2 chega à sua 8ª edição com uma programação repleta de apresentações, cursos livres, mostras, competições e intervenções de Hip Hop.


DIA 21 DE  DEZEMBRO

ATIVIDADE
ESPAÇO
HORÁRIO
CREDENCIAMENTO
SECRETARIA GERAL
9H
CYPHER
PLANETA FCH2
14H
ABERTURA FCH2 2018
PALCO BRONX
18H30
FREESTYLE AVANÇADO
PALCO BRONX
20H
FREESTYLE SÊNIOR
PALCO BRONX
20H45



DIA 22 DE DEZEMBRO

ATIVIDADE
ESPAÇO
HORÁRIO

CREDENCIAMENTO
SECRETARIA GERAL
8H
WORKSHOP FRAN MANSON
TEATRO PORTO DRAGÃO
9H
BREAKING MASTER CLASS
ESPAÇO HARLEM
15h00
BATALHA HOUSE
SALA DE DANÇA TEATRO PORTO DRAGÃO
9H
CYPHER
PLANETA FCH2
13H
BATALHAS DE HOUSE
PLANETA FCH2
14H
SELETIVAS DE BATALHAS CREW
PLANETA FCH2
15H
GRUPO CONVIDADO
PALCO BRONX
18H
FREESTYLE JUNIOR
PALCO BRONX
19H
FREESTYLE SÊNIOR
PALCO BRONX
19H30
MOSTRA LIVRE
PALCO BRONX
19H45
FREESTYLE AVANÇADO
PALCO BRONX
20H30
FREESTYLE SOLO, DUO E TRIO
PALCO BRONX
21H30



DIA 23 DE DEZEMBRO

ATIVIDADE
ESPAÇO
HORÁRIO




CREDENCIAMENTO
SECRETARIA GERAL
8H
WORKSHOP FRAN MANSON
TEATRO TEATRO PORTO DRAGÃO
9H
MASTER CLASS DISCÍPULOS
SALA DE DANÇA TEATRO PORTO DRAGÃO
9H
CYPHER
PLANETA FCH2
14H
B-GIRL BATTLE
PLANETA FCH2
14H
BATALHA EXPERIMENTAL
PLANETA FCH2
15H
B-BOY BATTLE
PLANETA FCH2
16H30
POPPING BATTLES
PLANETA FCH2
17H30
GRUPO CONVIDADO
PALCO BRONX
19H
BATTLE CREWS
PALCO BRONX
19H30
MOSTRA LIVRE
PALCO BRONX
19H45


De 21 a 23 dezembro, às 18h, no Anfiteatro e na Arena Dragão do Mar. Acesso gratuito. Classificação etária: Livre.

► [MÚSICA] Praça do Rock - com as bandas Jack The Joker, Warbiff e Netuno Doom

Realizado em parceria com a Associação Cultural de Rock Cearense, a programa Praça do Rock acontece mensalmente, com três bandas a cada edição, destacando diferentes matizes do rock no Estado. Confira as atrações de dezembro.


Jack The Joker
Jack the Joker é uma banda de Metal Progressivo de Fortaleza-CE nascida em 2012, formada por nomes bem conhecidos e experientes da cena alencarina: Raphael Joer (vocal), Felipe Facó (guitarra), Lucas Colares (guitarra), Lucas Arruda (baixo) e Vicente Ferreira (bateria).Em julho de 2014, lançaram seu primeiro disco, intitulado In The Rabbit Hole.

O álbum recebeu diversas críticas positivas da mídia especializada, por ser uma produção totalmente independente e já apresentar grande maturidade sonora. O disco conta com a assinatura do renomado produtor catarinense Adair Daufembach (Hangar, Project 46, Tony Macalpine, John Wayne etc) na mixagem e masterização.

No período do segundo semestre de 2015 ao início de 2016, o Jack The Joker gravou seu segundo álbum, o Mors Volta, desta vez com a assinatura da produção por Adair Daufembach em parceria com a banda. O Mors Volta foi lançado em novembro de 2016 nas principais plataformas digitais e logo teve amplo alcance sendo destaque no Spotify na playlist oficial internacional de metal progressivo.

Warbiff
Warbiff é uma banda de thrash metal  que está a mais de dez anos na ativa, e possui vários materiais nos formatos digital e físico. Atualmente lançou o cd chamado Pigs Parliament que conta com oito músicas inéditas e conta com o EP Fresh Meat como bônus. A banda teve várias participações em festivais e abriu bandas nacionais e internacionais como Exodus, Kreator, Tank, Assassin, Ratos de Porão, Facada, entre outras.


Netuno Doom
A banda Netuno Doom, é uma banda que vem explorando em sua personalidade que mescla influências de vários estilos dentro do Slow Heavy Metal Music. Formando assim uma atmosfera um som arrastado, psicodélico e épico. Com temáticas baseadas no Sci-fi, Espaço, Ufo, Horror Cósmico, Astronomia, Ciência e Futurismo.
Mergulhamos em temas que nos fazem viajar pela imaginação, onde guiados pelo som do Fuzz entramos em estado de êxtase nos palcos, levando assim a sonoridade que transmite esse estado de êxtase, para quem nos apreciam em qualquer ambientação de si.

Formada em meados de janeiro de 2015 com o nome de Braves Face The Devil, em Fortaleza,CE - Brasil. Que tem como membros o guitarrista e vocalista Adriano Alves (ex-Burn All Hate e ex-Falácia), no baixo Hewerson Freitas (Morddor) e na bateria Bosco Lacerda (Agressivium, 4BanneD, ex-Darkside e ex-Final Prophecy).

As influências são em sua maioria de estilos que tem sua base nos anos 70 como: Stoner Rock, Space Rock, Doom Metal, Rock Progressivo, Sludge Metal e Blues. Inspirados em bandas como Black Sabbath, Tool, Candlemass, Om, Motorhead, Rush, Mastodon, Sleep, High On Fire e The Sword a banda mescla esses vários elementos para criar um som experimental, pesado, psicodélico e cheio de surpresas.

Dia 22 de dezembro de 2018, às 18h, no Espaço Rogaciano Leite Filho. Acesso gratuito. Classificação etária: Livre.

TODA SEMANA NO DRAGÃO DO MAR

Feira Dragão Arte
Feira de artesanato fruto da parceria com Sebrae-CE e Siara-CE.
De sexta-feira a domingo, das 17h às 22h, ao lado do Espelho D'Água. Acesso gratuito.

Feira da ARTE
Feira de artesanato realizado pela Associação dos Artesãos e Empreendedores do Ceará.
De quinta-feira a sábado, das 17h às 21h, na Arena Dragão do Mar. Acesso gratuito.

Planeta Hip Hop
Crews de breaking e outras danças do hip hop promovem encontro de dançarinos do gênero com DJ tocando ao vivo.
Todos os sábados, às 19h, na Arena Dragão do Mar. Acesso gratuito.


Brincando e Pintando no Dragão
Sob a orientação de monitores, uma série de jogos, pinturas, brincadeiras e outras atividades são oferecidas às crianças.
Todos os domingos, das 16h às 19h, na Praça Verde. Acesso gratuito.


Fuxico no Dragão
Feirinha com expositores de produtos criativos em moda, design e gastronomia.
Todos os domingos, das 16h às 20h, na Arena Dragão do Mar. Acesso gratuito.

PLANETÁRIO RUBENS DE AZEVEDO

O Planetário Rubens de Azevedo reabre ao público com novidades na programação e modernização tecnológica. Nele, foi instalado equipamento de última geração: o Zeiss modelo Skymaster ZKP4 LED com projetores digitais VELVET DUO de alta resolução, o  mais moderno planetário da América Latina.

Horários das sessões
Às quintas e sextas-feiras:
18h - ABC do Sistema Solar (sessão infanto-juvenil )
19h - Da Terra às galáxias (sessão juvenil-adulto)

Aos sábados e domingos:
17h - Viagem no foguete de papel (sessão infantil)
18h - A lenda da princesa acorrentada (sessão infanto-juvenil )
19h - Da Terra às galáxias (sessão juvenil-adulto)
20h - As origens da vida  (sessão juvenil-adulto)

Sobre as sessões

ABC do Sistema Solar
Três crianças estão observando as estrelas quando percebem uma "estrela cadente" e logo uma delas faz um pedido: o desejo de fazer uma viagem até a Lua. De repente, as crianças são teletransportadas para uma nave espacial chamada "Observador". Após superar o medo inicial, elas fazem uma rica viagem pelo Sistema Solar visitando os planetas. Durante a viagem, elas são teletransportadas para Marte e também Vênus, e passam por dentro dos anéis de Saturno. No final, fazem uma perigosa aproximação do Sol. Fantásticos efeitos especiais.

Viagem no Foguete de Papel
Crianças fazem uma viagem imaginária em um “foguete de papel” pelo nosso Sistema Solar. Com uma linguagem adaptada para o público infantil, a sessão apresenta informações atualizadas do Sistema Solar através de imagens com alta resolução em projeção Full Dome  (em toda a cúpula - 360º x 180º).

A Lenda da Princesa Acorrentada
Fascinante sessão programada para o público infanto-juvenil, aborda a história mitológica das constelações. Com imagens de altíssima resolução, a sessão apresenta objetos astronômicos como Nebulosas, Galáxias e Buracos Negros localizados nas constelações abordadas. Todas as projeções são Full Dome (em toda a cúpula - 360º x 180º).

Da Terra às Galáxias
Com uma linguagem adaptada para o público juvenil-adulto, faz uma viagem desde as primeiras concepções do Universo pelos povos antigos até os confins do Universo, apresentando imagens impressionantes de objetos celestes e discorrendo sobre as características físicas desses objetos. Todas imagens de alta resolução em projeção Full Dome (em toda a cúpula - 360º x 180º).

As Origens da Vida
Apresenta as recentes descobertas sobre os princípios químicos da origem do Universo através do Big Bang. Trata das questões biológicas da origem da vida na Terra e das pesquisas sobre vida extraterrestre. Com linguagem simples e fantásticas imagens, a sessão apresenta os novos conhecimentos sobre o nascimento, vida e morte das estrelas e dos sistemas planetários. Traz um olhar sobre o início da vida na Terra e a extinção dos dinossauros. “As Origens da Vida” é uma viagem fantástica através do tempo mostrando muitas descobertas feitas no passado recente e faz uma alerta para nossa consciência planetária.  Tudo com imagens digitais de alta resolução em projeção Full Dome (em toda a cúpula - 360º x 180º).

Ingressos: R$ 10,00 (inteira) e R$ 5,00 (meia).
Devem ser adquiridos antes da sessão, na bilheteria do Planetário

Agendamento de escolas
No site: https://www.planetariorubensdeazevedo.com.br/ , no link “Agendamentos”.
Mais informações 85 3488.8639

EXPOSIÇÕES

Exposição "Vaqueiros"
Exposição lúdica, de caráter didático, percorre o universo do vaqueiro a partir da ocupação do território cearense pela pecuária até a atualidade. Utiliza cenografia, imagens e objetos ligados ao cotidiano do vaqueiro.

Exposição de longa duração, no piso inferior do Museu da Cultura Cearense. Visitação de terça a domingo, das 9h às 19h (acesso até as 18h30) e aos sábados, domingos e feriados, das 14h às 21h (acesso até as 20h30). Acesso gratuito. Classificação etária: Livre.

Exposições do FotoFestival Solar

Exposição "Miragem" com 29 autores cearenses

Com uma reveladora seleção de produções cearenses autorais contemporâneas, a partir de uma convocatória, com fotografias em abordagens documentais e experimentais na Multigaleria do Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura; e a mostra VENTO SOLAR, organizada por Angela Berlinde nas ambiências externas do Centro Dragão do Mar, reflete sobre o ato de Ver e Acreditar através de mitos, contos e visões por visionários autores, como o artista e pensador espanhol Fontcuberta, a fotógrafa eslovena Vanja Bucan, a artista sul-africa- na Nobukho Nqaba e de Weronika Gsiscka.

Em cartaz até o dia 3 de fevereiro de 2019 na Multigaleria. Visitação de terça a sexta-feira, das 9h às 19h, com acesso até as 18h30; e aos sábados e domingos, das 14h às 21h, com acesso até as 20h30. Gratuito. Livre.

Exposição “Terra em Transe’’

Com curadoria de Diógenes Moura, a exposição "Terra em Transe", em cartaz a partir de 5 de dezembro até março de 2019 no Museu de Arte Contemporânea, reúne 53 autores e fotógrafos brasileiros em apurados "retratos" ou "autorretratos" do País, cujas abordagens referenciam também ao filme de Glau- ber Rocha que dá nome à mostra. A "Terra em Transe" traz registros do Século XX à atualidade que, ora mostram o contínuo convívio do Brasil com abalos físicos e mentais nacionais, mas que se reequilibra também em focos criativos e de pensamentos originais, como versam nas imagens. A mostra enseja ainda o lançamento pelo premiado curador, escritor, roteirista e editor Diógenes Moura do seu "Livro dos Monólogos (Recuperação para ouvir objetos)", pela editora Vento Leste.  

Curador Diógenes Moura
Escritor, curador de fotografia, roteirista e editor. Premiado no Brasil e exterior, acaba de publicar O Livro dos Monólogos (Recuperação para ouvir objetos) pela Editora Vento Leste. Escreve sobre abandono, imagem e existência. Vive em São Paulo, à beira do abismo.

Em cartaz até o dia 31 de março de 2019, no Museu de Arte Contemporânea do Ceará(MAC-CE). Visitação de terça a sexta-feira, das 9h às 19h, com acesso até as 18h30; e aos sábados e domingos, das 14h às 21h, com acesso até as 20h30. Gratuito. Livre.

Exposição “Sueño de la razón: fotografia e política’’
Sueño de la Razón é uma revista colaborativa de fotografia, cujos objetivos são a difusão, a pesquisa e a valorização da fotografia sul-americana. Trabalhamos com uma linha editorial que busca abarcar diferentes concepções fotográficas da região, desde as pesquisas históricas até o desenvolvimento das linguagens contemporâneas. Nosso projeto, criado em 2009, é uma estrutura uma estrutura de gestão de redes, é autogerido e não tem fins lucrativos. Editores e colaboradores participam com a única intenção de dar visibilidade à produção sul-americana.
Sueño de la razón está centrado na possibilidade de construir diversas e múltiplas histórias sobre nossos contextos sociais, culturais, geográficos, econômicos, territoriais, através do reconhecimento, da análise e da pesquisa da produção visual, artística e teórica que se produz no sul do continente. É uma forma de contextualizar a produção e a questão da imagem.
Os colaboradores são fundamentais para nossa política editorial, pois nos interessa construir um arquivo que possa falar em primeira pessoa, como referente direto. Neste mesmo sentido, os editores que participam deste projeto são integrantes ativos de suas respectivas comunidades fotográficas, onde atuam como fotógrafos, artistas e gestores.
A exposição, que será realizada no marco do Fotofestival SOLAR, em Fortaleza, pretende mostrar o trabalho realizado nos últimos dez anos e exibir, no formato de publicação aberta, uma proposta sobre o político das imagens e do fotográfico, compreendendo o potencial de reflexão que a produção visual possui, tanto a nível de construção cultural e simbólica, como das formas de nos relacionarmos e nos comunicarmos. No contexto político que vive atualmente nosso continente, criar esses espaços de reunião e de difusão é ainda mais relevante para voltarmos a pensar sobre nós e a nos olhar.
Em cartaz até o dia 3 de fevereiro de 2019, no Museu da Cultura Cearense. Visitação de terça a sexta-feira, das 9h às 19h, com acesso até as 18h30; e aos sábados e domingos, das 14h às 21h, com acesso até as 20h30. Gratuito. Livre.

Exposição “O retrato na pintura, na fotopintura e na fotografia”

Até o século XIX o retrato pintado a óleo sobre tela era um privilégio das camadas mais abastadas das sociedades. Ocupando o espaço central do quadro, posado na frente de um fundo contextualizado e cercado por mobília, adornos e adereços, o retratado impunha ao espectador a visão que este deveria ter, de reverência e adoração, na esteira da arte religiosa. Personalidades foram perpetuadas em palácios, igrejas, museus, escolas, bibliotecas. E assim, através do retrato, herdamos uma escala de valores que usamos para lembrarmos e sermos lembrados.
O advento da fotografia no século XX provocou uma transformação. Popularizou o retrato e permitiu que outras camadas sociais, sobretudo as surgidas na Revolução Industrial, tivessem acesso a essa perpetuação da própria imagem. Pudemos enfim colocar as personalidades nas paredes das salas de casa e reverenciá-las. Só que elas eram mais próximas, não menos personalidades: eram os nossos ancestrais.

No Brasil, a partir da década de 1930, em algumas capitais se estabeleceram estúdios populares que além de retratos produziam fotos para documentos de identidade, carteira de trabalho e recebiam encomendas vindas do interior. Eram os chamados "foto-estúdios", localizados em regiões centrais de comércio e que também realizavam uma modalidade muito particular de retrato em cópias colorizadas.
No início da década de 1950, com a introdução da película e do papel em cores na fotografia, o uso dessa técnica diminuiu, mas a força do retrato se manteve. A partir da Consolidação das Leis do Trabalho, em 1943, todo cidadão pôde ter um documento com um retrato e uma representação na sociedade. O retrato 3x4 da carteira de trabalho introduziu os homens e mulheres do povo a uma certa cidadania. Eles posavam nos foto-estúdios com suas roupas de domingo, num ritual feito de alguma preparação e cerimônia, como num rito de passagem.
As ocasiões pediam: eram casamentos, batizados, aniversários, a chegada ou partida de alguém - eternizados em cópias e encadernações caprichadas entregues pelos foto-estúdios. Elas durariam gerações.
Mais tarde, a partir dos anos 1960, as câmeras portáteis e automáticas representam o primeiro passo para a banalização desse ritual. O retrato, agora feito pela própria família, quase sempre pelo pai, desvincula-se do olhar sagrado e formal, passando a registrar o cotidiano, banal e doméstico. Com advento da câmera digital anos 1990, a identificação em documentos e nas portarias banaliza ainda mais o retrato e, a partir dos telefones celulares, fortalece em escala maciça a auto-imagem, o autorretrato. É a era das selfies, que voltam a banalizar o retrato, mas não só ele desta vez. As selfies vulgarizam as ações cotidianas e a privacidade. Cada momento é dissecado e estendido até a fissura do real, desconstruindo a auto-imagem à beira da obscenidade, ou seja, mostrando o que está além da cena e do que deve ser visto publicamente.
Com as selfies registramos nossos passos e nossas ações desprovidos de cerimônia, com toques de exibicionismo e solidão. E tudo é eternizado nas redes de relacionamento virtual: o indivíduo aos olhos da multidão.
A mostra é composta dos núcleos
"O Outro"
"Sobre Cor da Sua Pele"
"Quem Somos Nós"
Curadoria
Rosely Nakagawa é curadora e arquiteta. Nasceu em 1954 em São Paulo, Brasil onde vive e trabalha. É graduada em Arquitetura pela FAU-USP em 1977. Fez especialização em Museologia pela USP, em 1978/80, e em Comunicação e Semiótica pela PUC-SP, em 2005. Desenvolveu atividades de curadoria em diversos espaços e galerias, entre eles o Armazém Cultural 11, a FNAC Brasil, a Casa da Fotografia FUJI, o Festival de mídia eletrônica VideoBrasil, o SENAC Escola de Comunicações e Artes, Núcleo Amigos da Fotografia NAFOTO, no qual realizou o I , II e III Mês Internacional de Fotografia e Seminário Internacional da Fotografia. Foi curadora também do Espaço Cultural CITIBANK.

Em cartaz até o dia 3 de fevereiro de 2019, no Museu da Cultura Cearense. Visitação de terça a sexta-feira, das 9h às 19h, com acesso até as 18h30; e aos sábados e domingos, das 14h às 21h, com acesso até as 20h30. Gratuito. Livre.


Assessoria de Comunicação do Instituto Dragão do Mar

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