Conforme levantamento que
chega à Câmara dos Deputados e ao Senado Federal, ser ex-presidente da
República no Brasil, seja com mandato cassado por ilicitudes, ou mesmo tendo
sido levado para atrás das grades pelo mesmo motivo é mesmo um grande negócio.
Isso, diante dos números sobre os seis últimos presidentes, todos gozando de
direito a passagens, diárias e proteção pessoal. Segundo consta no referido
levantamento, Fernando Collor, cassado por improbidade, Dilma Rousseff, pelo
mesmo motivo, e Lula da Silva, preso por corrupção passiva e outros crimes,
custam, por ano, ao país, em torno de mais de R$ 3 milhões, por conta dos
benefícios acima citados. Aguarda-se que atitude terá o Congresso Nacional em
relação a essa “bondade”.
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