Alta mensal
carioca foi menor que 1%; na capital, houve recuo pelo terceiro mês
seguido
Pela primeira vez em quatro anos, a alta mensal no preço de imóveis
do Rio de Janeiro foi menor que 1%, aponta o índice FipeZap, calculado pela
Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas a partir do valor de cerca de 150 mil
unidades selecionadas entre os anúncios do site Zap Imóveis. Em novembro, as
casas e apartamentos da cidade tiveram valorização de 0,89%, consolidando
tendência de esfriamento dos últimos meses.
"Isso não
significa que o mercado esteja 'frio', uma alta de 0,89% em um mês ainda é algo
relevante" diz Eduardo Zylberstajn, pesquisador da Fundação Instituto de
Pesquisas Econômicas (Fipe) e coordenador do índice. "Depois de um período de
'boom', é esperado que se siga uma valorização mais moderada", afirma o
economista.
No Distrito
Federal, o valor das casas e apartamentos recuou pelo terceiro mês consecutivo,
segundo o indicador. Em novembro, os apartamentos e casas da capital ficaram
0,15% mais baratos que no mês anterior. Em quatro dos últimos cinco meses, o
índice registrou desvalorização no preço médio dos imóveis da cidade – apenas em
agosto houve ligeira alta, de 0,16% (veja também no gráfico).
"Se
descontarmos a inflação para obter o dado real, houve uma desvalorização entre
2% e 3% no metro quadrado dos imóveis do DF neste ano", afirma Zylberstajn.
Fonte:
FipeZap / em %
"É natural
que haja preocupações sobre uma eventual bolha imobiliária ter se formado, ainda
mais quando vemos as crises que ocorreram recentemente em outros mercados",
acredita Zylberstajn. "Mas a gente vive um momento de mudança na nossa economia,
com redução nos juros (o que valoriza ativos como imóveis) e aumento na renda da
população, que explicam o fato de ter havido uma valorização. A grande dúvida é
se o patamar ao qual os preços chegaram é sustentável", afirma.
Outras
capitais
Em São Paulo,
segundo o FipeZap, os preços subiram 1,2% em novembro, após alta de 1,1% no mês
anterior. A valorização mensal dos imóveis da cidade tem se mantido mais ou
menos nesse patamar ao longo de todo o ano. Nos 12 meses anteriores a novembro,
a alta acumulada pelos imóveis da capital paulista é de 16,4%.
O pior
desempenho de novembro foi registrado em Fortaleza. O preço dos imóveis da
cidade recuou 1% em novembro, repetindo a queda de outubro. Recife, Salvador e
Belo Horizonte tiveram subida nos preços, de 0,4%, 1,2% e 1%,
respectivamente.
No índice
composto, que leva em conta as sete regiões metropolitanas pesquisadas, a
valorização no mês de novembro foi de 0,9%, confirmando tendência de
desaceleração nos preços verificada nos últimos meses
.
Fonte: IG
- Alta mensal
carioca foi menor que 1%; na capital, houve recuo pelo terceiro mês
seguido
Pela primeira vez em quatro anos, a alta mensal no preço de imóveis do Rio de Janeiro foi menor que 1%, aponta o índice FipeZap, calculado pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas a partir do valor de cerca de 150 mil unidades selecionadas entre os anúncios do site Zap Imóveis. Em novembro, as casas e apartamentos da cidade tiveram valorização de 0,89%, consolidando tendência de esfriamento dos últimos meses.
- "Isso não
significa que o mercado esteja 'frio', uma alta de 0,89% em um mês ainda é algo
relevante" diz Eduardo Zylberstajn, pesquisador da Fundação Instituto de
Pesquisas Econômicas (Fipe) e coordenador do índice. "Depois de um período de
'boom', é esperado que se siga uma valorização mais moderada", afirma o
economista.
- No Distrito
Federal, o valor das casas e apartamentos recuou pelo terceiro mês consecutivo,
segundo o indicador. Em novembro, os apartamentos e casas da capital ficaram
0,15% mais baratos que no mês anterior. Em quatro dos últimos cinco meses, o
índice registrou desvalorização no preço médio dos imóveis da cidade – apenas em
agosto houve ligeira alta, de 0,16% (veja também no gráfico).
- "Se
descontarmos a inflação para obter o dado real, houve uma desvalorização entre
2% e 3% no metro quadrado dos imóveis do DF neste ano", afirma Zylberstajn.
- Fonte:
FipeZap / em %
- "É natural
que haja preocupações sobre uma eventual bolha imobiliária ter se formado, ainda
mais quando vemos as crises que ocorreram recentemente em outros mercados",
acredita Zylberstajn. "Mas a gente vive um momento de mudança na nossa economia,
com redução nos juros (o que valoriza ativos como imóveis) e aumento na renda da
população, que explicam o fato de ter havido uma valorização. A grande dúvida é
se o patamar ao qual os preços chegaram é sustentável", afirma.
- Outras
capitais
- Em São Paulo,
segundo o FipeZap, os preços subiram 1,2% em novembro, após alta de 1,1% no mês
anterior. A valorização mensal dos imóveis da cidade tem se mantido mais ou
menos nesse patamar ao longo de todo o ano. Nos 12 meses anteriores a novembro,
a alta acumulada pelos imóveis da capital paulista é de 16,4%.
- O pior
desempenho de novembro foi registrado em Fortaleza. O preço dos imóveis da
cidade recuou 1% em novembro, repetindo a queda de outubro. Recife, Salvador e
Belo Horizonte tiveram subida nos preços, de 0,4%, 1,2% e 1%,
respectivamente.
- No índice
composto, que leva em conta as sete regiões metropolitanas pesquisadas, a
valorização no mês de novembro foi de 0,9%, confirmando tendência de
desaceleração nos preços verificada nos últimos meses
.
Nenhum comentário:
Postar um comentário