No momento em que o mundo acompanha contristado o martírio
de milhões de fugitivos de países envolvidos em guerras e em atos de
terrorismo, chaga a ser um momento de alívio tomar conhecimento de algum ato de
humanidade em benefício desses infelizes.
Estamos diante de uma
época em que, por conta do ódio e da falta de Deus, vários países têm multidões
de habitantes seus tendo que se refugiar para outros países que nem sempre os
aceitam. Nos piores momentos da História poucas vezes se viu tanta miséria e
tanto sofrimento.
Na Europa, fugitivos de guerras tribais
africanas, de terroristas de guerras religiosas. Na América Latina, o drama
ocorre em decorrência dos desmandos da ditadura bolivariana da Venezuela, país
rico em petróleo, mas mergulhado na miséria pelos seus governantes.
Diante dessa situação, o
Brasil surge como esperança maior para milhares de famílias daquela sofrida
gente de tentarem se abrigar no nosso país através do estado de Roraima. Tendo
em vista essa situação, o governo federal tanta, através de contatos, com
governadores de estados e prefeitos de capitais e grandes cidades, encontrar
meios de como abrigar essa gente, sem que sobrecarregar uns mais do que outros.
Em Fortaleza,
representantes da Casa Civil da Presidência, e dos ministérios do Trabalho e
Emprego, Desenvolvimento Social e Defesa reuniram-se com autoridades estaduais
visando criar estratégias de como acolher parte dessas famílias.
Infelizmente, somos um
estado pobre, o que evita de ajudar quem é mais pobre.
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