Acaba de chegar,
finalmente, no Estado do Ceará, a onda de investigações a respeito de
trapalhadas praticadas com os recursos do Fundo Eleitoral e Fundo de Campanha
por ocasião do pleito eleitoral de 2018. O processo que, em outros estados,
como é o caso de Minas Gerais, entre outros, deverá envolver alguns denunciados
pela má utilização desses recursos através do uso de candidaturas fajutas. O
fato lastimável, neste caso, é que as denúncias estão concentradas em mulheres
candidatas, cujos nomes foram usados por dirigentes desonestos de partidos,
distorcendo o direito e a obrigação do lançamento de mulheres candidatas. Só
que algumas delas se deixaram usar em benefício de outros políticos. Um exemplo
aqui é o caso da candidata Débora Ribeiro, que só teve 47 votos, mas que
recebeu R$ 278 mil para contratar 141 pessoas para a campanha. Vá entender essa
estranha matemática política.
quarta-feira, 1 de maio de 2019
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