Redação do DIARIODEPERNAMBUCO.COM.BR
TJPE
Imagem: Juliana Leitao/DP/D.A PRESS
De acordo com a assessoria de imprensa do TJPE, a juíza determinou que um oficial de Justiça intime a secretária da Infância e Juventude, Raquel Lira, em no máximo 24 horas. A partir daí, ela terá um prazo de cinco dias para indicar um novo diretor presidente para a fundação. O TJPE informou, ainda, que o Governo do Estado pode recorrer da decisão com um agravo de instrumento no tribunal e dentro desse agravo de instrumento também pode ser solicitado um efeito suspensivo.
A formalização do pedido de afastamento feita pelos promotores ocorreu logo depois da rebelião da Funase do Cabo de Santo Agostinho, ocorrida em janeiro deste ano, quando três adolescentes foram mortos e 16 ficaram feridos. Os promotores de Justiça Maxwell Vignoli e Allison Carvalho justificaram a decisão afirmando que consideram como graves as atitudes do presidente atual da fundação. “A ausência de estratégias na gestão do atual presidente é tão grande que sequer, mesmo depois de várias denúncias do Ministério Público e do relatório do Conselho Nacional de Justiça, digna-se o gestor a providenciar mudanças nessa condição inadequada de direção. E ainda, o Presidente esbraveja por toda parte a aceitação e conivência com a liderança de adolescentes para manutenção da suposta ‘paz’ dentro das unidades como sendo uma das suas estratégias para gestão da Funase. Esta é a completa demonstração da incapacidade de gestão do presidente em apresentar soluções para tamanha problemática”, afirmam no documento entregue à Justiça
(Diário de Pernambuco)
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