Diretório Estadual do PT de Pernambuco abre
prazo de 10 dias para defesa antes de expulsar o presidente Oscar Barreto por
infidelidade partidária. A acusação foi feita pelo ex-vereador Dilson Peixoto
que denunciou seu apoio à candidatura de Geraldo Julio em detrimento da
candidatura própria do partido que era encabeçada pelo senador Humberto Costa.
A executiva
estadual do PT aceitou a denúncia do ex-vereador do Recife Dilson Peixoto (PT)
contra o secretário executivo de Agricultura, Oscar Barreto (PT), por ter
supostamente infringido o estatuto e o Código de Ética do Partido. A
solicitação de expulsão foi aceita, com 11 votos favoráveis e quatro abstenções.
A partir de agora, Oscar, que se prepara para disputar a presidência do PT
municipal nesta sexta-feira, terá 10 dias para se defender. Após a entrega de
sua defesa, a executiva marcará uma reunião do diretório estadual para decidir
ou não pela expulsão.
As acusações são de infidelidade partidária,
desrespeito às decisões tomadas pela sigla e ataque a história dos dirigentes da
legenda. O caso de Oscar será julgado por 37 integrantes do diretório estadual,
sendo que desse total, 32 fazem parte da corrente majoritária Construindo um
Novo Brasil (CNB), do senador Humberto Costa, da Articulação de Esquerda, do
ex-vereador Múcio Magalhães, e da Mensagem ao Partido, do deputado federal João
Paulo. As três tendências correspondem a 56% do diretório. Se for condenado,
Oscar ainda poderá recorrer para a direção nacional.
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