Essa história da Advocacia-Geral da União (AGU) solicitar ao Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) a instauração de um processo disciplinar e o afastamento imediato do procurador da República no Ceará Oscar Costa Filho, dos assuntos jurídicos referentes à área de educação não está cheirando bem.
Oscar assim reagiu ao pedido, protocolado na última terça-feira: "Trata-se de uma tentativa de calar o Ministério Público".
Segundo ele, "o MEC conseguiu calar os alunos, quando eles não conseguiram ver a redação antes da divulgação das vagas pelo Sisu". "Não é a primeira vez que tentam me afastar das ações do Enem. Sofri isso em 2011, no caso do vazamento das questões do Enem pelo Colégio Christus, e resisti", enfatizou.
É bom lembrar que antes de Oscar ser procurador da República foi um excelente professor de Português. Aliás, um dos melhores de Fortaleza. Por sinal foi professor das minhas duas filhas: Noelia e Norma Lílian (esta já no Reino de Deus), salvo engano, no 2º e no 3º anos do 2º grau, no Colégio São João. E as duas aprenderam, e muito bem, os ensinamentos do mestre sobre a língua pátria.
Entendo que a Advocacia Geral da União deveria se ocupar mais com aqueles que ficam vendendo pareceres e desmoralizando a categoria, como no caso dos amigos da amiguinha do Lula, a tal Rose e deixar os que verdadeiramente trabalham, em paz.
É bom que se diga que a sugestão também é válida para todas as procuradorias do Brasil.

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