Pizzolato é defendido por Marthius Sávio Cavalcante Lobato das acusações de
peculato, corrupção passiva e lavagem de dinheiro. Segundo o Ministério Público,
Pizzolato permitiu desvios de contratos publicitários do Banco do Brasil em
favor das empresas de Marcos Valério, além de ter recebido dinheiro em benefício
próprio.
A defesa irá alegar que Pizzolato não participava ativamente da execução de contratos ou para interferir na gestão de recursos do fundo Visanet, de onde veio o dinheiro. Argumentará ainda que os bônus de volume retidos pela empresa de Valério eram prática legal no mercado publicitário.
Da Agência Brasil
A defesa irá alegar que Pizzolato não participava ativamente da execução de contratos ou para interferir na gestão de recursos do fundo Visanet, de onde veio o dinheiro. Argumentará ainda que os bônus de volume retidos pela empresa de Valério eram prática legal no mercado publicitário.
Da Agência Brasil
Débora Zampier
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