Ninguém aqui é irresponsável para denunciar “corpo-mole”. Mas, que o comportamento do Ceará em Juazeiro foi capaz de derrubar qualquer treinador, isso não podemos negar.
De resto, vamos com calma. Que tal falarmos primeiro do obstinado time do Icasa, vindo de dois resultados positivos seguidos. Éder, Obina e Bismarck se mexeram muito e Diogo França entrou no clima. O meio de campo alviverde dificultou todo o tempo as tentativas do Ceará em se organizar. Chances de gol? O Icasa criou o suficiente para construir um placar ainda maior. Fernando Henrique que o diga.
No segundo tempo, o Icasa esperou maior poder de pressão do time de Lula Pereira. Isso não aconteceu. E chegou a ensejar contra-ataques, seguidos de uma troca de passes até mais lúcida por parte do time de Juazeiro. Quanto ao alvinegro, não diríamos, de maneira irresponsável, que o time jogou com o deliberado propósito de perder. Nem tampouco que o time foi irreconhecível. Até mesmo porque jogar mal, o Ceará já o faz, regularmente, desde o começo do campeonato.
Agora, não venham com a desculpa do campo de jogo ruim ou falta de uma condição física ideal. Porque, mesmo com tudo isso reunido, nada justificaria a ruindade do Ceará. Dos alas, Paulo Sérgio, expulso, confirma que entra mesmo só para completar o 11. De Apodi, nada se aproveitou. A saída de bola do miolo de zaga, nervoso. Entre os volantes, Éverton desorientado. Juca, nada conseguiu produzir até porque não faz a menor força para tal. Rogerinho, o menos ruim. Já Reina… Ah, o Reina, que mentira. No ataque, a continuação do histórico de gols alvinegros perdidos, desta feita com mais reduzida frequência. Quanto às substituições, é melhor esquecer. Vamos para a frente.
O Ceará nunca se impôs na partida e fez o seu pior jogo. Em forma de lamento, Lula se referiu à avalanche de passes errados no seu próprio campo, além de uma moleza sem fim. O que fazer? Simples: a diretoria reúne todo o elenco e pergunta aos jogadores o que eles querem realmente da vida. Ou vai continuar sobrando má vontade e falta de talento?
(Wilton Bezerra – Comentarista da TV Diário)
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Este comentário eu pesquei do blog do coleguinha Roberto Moreira, do qual sou fiel seguidora
De resto, vamos com calma. Que tal falarmos primeiro do obstinado time do Icasa, vindo de dois resultados positivos seguidos. Éder, Obina e Bismarck se mexeram muito e Diogo França entrou no clima. O meio de campo alviverde dificultou todo o tempo as tentativas do Ceará em se organizar. Chances de gol? O Icasa criou o suficiente para construir um placar ainda maior. Fernando Henrique que o diga.
No segundo tempo, o Icasa esperou maior poder de pressão do time de Lula Pereira. Isso não aconteceu. E chegou a ensejar contra-ataques, seguidos de uma troca de passes até mais lúcida por parte do time de Juazeiro. Quanto ao alvinegro, não diríamos, de maneira irresponsável, que o time jogou com o deliberado propósito de perder. Nem tampouco que o time foi irreconhecível. Até mesmo porque jogar mal, o Ceará já o faz, regularmente, desde o começo do campeonato.
Agora, não venham com a desculpa do campo de jogo ruim ou falta de uma condição física ideal. Porque, mesmo com tudo isso reunido, nada justificaria a ruindade do Ceará. Dos alas, Paulo Sérgio, expulso, confirma que entra mesmo só para completar o 11. De Apodi, nada se aproveitou. A saída de bola do miolo de zaga, nervoso. Entre os volantes, Éverton desorientado. Juca, nada conseguiu produzir até porque não faz a menor força para tal. Rogerinho, o menos ruim. Já Reina… Ah, o Reina, que mentira. No ataque, a continuação do histórico de gols alvinegros perdidos, desta feita com mais reduzida frequência. Quanto às substituições, é melhor esquecer. Vamos para a frente.
O Ceará nunca se impôs na partida e fez o seu pior jogo. Em forma de lamento, Lula se referiu à avalanche de passes errados no seu próprio campo, além de uma moleza sem fim. O que fazer? Simples: a diretoria reúne todo o elenco e pergunta aos jogadores o que eles querem realmente da vida. Ou vai continuar sobrando má vontade e falta de talento?
(Wilton Bezerra – Comentarista da TV Diário)
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Este comentário eu pesquei do blog do coleguinha Roberto Moreira, do qual sou fiel seguidora
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