O senador foi citado na semana passada, no Jornal Nacional, como um dos políticos que teria recebido propina de R$ 200 mil de uma empresa de engenharia, segundo Ceará, um funcionário do doleiro Alberto Youssef, também beneficiado pela delação premiada nas investigações da Operação Lava-Jato.
Além disso, segundo o senador, ele ouviu da Procuradoria Geral da República que a declaração de Ceará foi arquivada, ainda em julho do ano passado, por inexistência de materialização de prova. “Os agentes públicos que ouviram Ceará em depoimento perceberam que as declarações eram desconectadas do que ele falava, como que plantadas”, afirmou Randolfe Rodrigues.
O senador prometeu ir “às últimas consequências para descobrir quem são os responsáveis por esta tentativa de me nivelar com a podridão que reina no Congresso Nacional”.
(Portal Amapá 247)
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