Cerca de 1000 autoridades e jornalistas teriam sido alvos dos supostos hackers presos pela PF. Um dos presos teria confessado os crimes
Apesar de ter como foco a invasão do celular de Sergio Moro, as buscas autorizadas pela Justiça e as prisões dos suspeitos teriam levado os investigadores da PF a encontrarem provas de que os quatro presos na última terça-feira, dentre eles um estudante de Direito filiado ao DEM e um DJ que frequentava passeatas de Bolsonaro, participaram das invasões às contas no Telegram de cerca de mil autoridades dos três Poderes e de jornalistas.
A PF prendeu em Araraquara Walter Delgatti Neto, que já responde a processos por estelionato. Segundo informações da Justiça Eleitoral, ele é filiado ao DEM desde 2007. Conhecido como Vermelho, Delgatti teria confessado as invasões a cerca de mil contas do telegram.
O mandado de buscas, porém, faz menção apenas a invasões à conta de Sergio Moro e do desembargador federal Abel Gomes, do Tribunal Regional Federal da 2.ª Região, no Rio, ao juiz Flávio Lucas, da 18.ª Vara Federal do Rio e aos delegados da PF Rafael Fernandes, em São Paulo, e Flávio Vieitez Reis, em Campinas.
De acordo com o site O Antagonista, Vermelho teria confessado a invasão ao telegram de Dallagnol e os vazamentos para o Intetcept.
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